O uso do Design Thinking na biblioteca do Instituto de Psicologia da UFRGS: uma proposta de inovação para os usuários beneficiados pelas Ações Afirmativas Indígenas
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-7939.2026.v11.53223Palavras-chave:
Ações Afirmativas, Bibliotecas universitárias, Design thinking, Inovação em serviços, Usuários indígenasResumo
Aborda o impacto das transformações sociais, tecnológicas e políticas na gestão das Unidades de Informação, com foco nas Bibliotecas Universitárias. Ressalta a importância de adaptar serviços e produtos para atender a um público cada vez mais diverso, influenciado principalmente pelas políticas de Ações Afirmativas. Propõe a implementação do Design Thinking como uma abordagem eficaz para inovar e melhor adaptar os serviços das Bibliotecas Universitárias às novas demandas educacionais, considerando os estudantes indígenas. O objetivo é explorar como a inovação pode ser impulsionada para melhor atender às necessidades específicas desses grupos, apoiando-se no princípio de igualdade substancial ou material em contraste com o conceito liberal tradicional de igualdade de oportunidades. Trata-se de pesquisa básica e qualitativa, realizada por meio de estudo de campo com entrevistas in loco, a fim de compreender como o uso do DT amplia as possibilidades de inovação nas BUs junto a acadêmicos indígenas. Os resultados evidenciam baixa frequência de usuários indígenas na biblioteca, com presença predominantemente vinculada a eventos temáticos, além da inexistência de produção bibliográfica indígena no acervo. Constatouse que, embora não haja distinção formal no atendimento, há demanda por aprimoramento da comunicação institucional, ampliação do conhecimento acerca da cultura indígena e qualificação da infraestrutura e da diversidade do acervo.
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