La educación en relaciones étnico-raciales: diálogos y tensiones em la Universidad Estatal de Londrina
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-7939.2026.v11.53656Palabras clave:
Educación en relaciones étnico-raciales, Formación docente, Pedagogía, RacismoResumen
Este artículo investiga cómo la Educación de las Relaciones Étnico-Raciales (ERER) se incorpora en el plan de estudios de la carrera de Pedagogía de la Universidad Estatal de Londrina (UEL). La persistencia de la violencia contra las poblaciones negras e indígenas en la sociedad y en el ámbito escolar pone de relieve la necesidad de examinar en qué medida la Ley 10.639/2003 (Brasil, 2003), actualizada por la Ley n.º 11.645/2008 (Brasil, 2008), se implementa en dicho programa académico. Los objetivos específicos son: analizar documentos seleccionados que sustentan los debates en torno a la ERER; evidenciar conceptos clave fundamentales para el discurso antirracista; y examinar las percepciones del estudiantado sobre esta temática. El estudio adopta una metodología descriptiva fundamentada en Lakatos y Marconi (2003) y Gil (2008), con enfoque cualitativo para investigar las concepciones de los estudiantes acerca de la presencia de la ERER en la carrera de Pedagogía. El análisis revela debilidades en la integración de la ERER, un conocimiento limitado de la legislación y la ausencia de autores negros e indígenas en la bibliografía del programa. Este estudio se sustenta en Munanga (2004), Silva (2007), Krenak (2019; 2020), Baniwa (2021), Almeida (2022) y Longhini (2023), entre otros.
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