El concepto de formación en la filosofía de Hegel, Kant y Dewey
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-7939.2024v9n1p92Palabras clave:
Training; Teaching philosophy; Thought; Hegel; Kant; Dewey.Resumen
Este trabajo busca comprender el concepto de formación como tema central en la filosofía de la educación. La pregunta que rodea el análisis propuesto es: ¿Sobre qué base se puede conceptualizar la formación? El problema planteado delimita el siguiente objetivo de este estudio: analizar el concepto de formación desde la perspectiva filosófica de Hegel, Kant y Dewey para comprender su relación con la educación. La metodología de la investigación es de carácter bibliográfico y consiste en analizar el concepto de formación en el pensamiento de Hegel, Kant y Dewey. Como resultado, la investigación problematiza la concepción de la formación del ser humano como subsidiaria del contenido de la filosofía desde la perspectiva hegeliana, similar a los viajes y el conocimiento. También pregunta a la formación humana cómo filosofar sin el contenido filosófico acabado, como un éxodo de la tutoría. Se presenta la alternativa de Dewey, que señala la dimensión conflictiva y problemática en la contingencia de la situación como motor que mueve el pensamiento y que mueve la vida y que este autor tematiza en el concepto de experiencia basado en el principio de continuidad e interacción, reconstrucción y crecimiento. Filosofar es sumergirse en la experiencia, sumergirse en su materialidad e inmaterialidad histórica, social y cultural. La formación adquiere el significado de formación educativa y democrática.
Descargas
Citas
DEWEY, John. Como pensamos: como se relaciona o pensamento reflexivo com o processo educativo: uma reexposição. Tradução de Haydée Camargo Campos. 4. ed. São Paulo: Editora Nacional, 1979a.
DEWEY, John. Democracia e educação. Tradução de Godofredo Rangel e Anísio Teixeira. São Paulo: Editora Nacional, 1979b.
DEWEY, John. Experience and nature. New York: Dover Publications, 1958.
DEWEY, John. Experiência e educação. Tradução de Anísio Teixeira. São Paulo: Editora Nacional, 1971.
DEWEY, John. Reconstruction in philosophy. New York: Mentor Books, 1951.
HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Escritos pedagógicos. Ciudad de México: Fondo de Cultura Económica, 1998.
KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. Tradução de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.
KANT, Immanuel. Lógica. Tradução de Guido Antônio Almeida. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1992.
KANT, Immanuel. O conflito das faculdades. Tradução de Artur Morão. Covilhã: LusoSofia, 2008.
KANT, Immanuel. Resposta à pergunta: que é o esclarecimento? In: KANT, Immanuel. Textos selectos. Petrópolis: Vozes, 1974. p. 100-117.
KANT, Immanuel. Sobre a pedagogia. Tradução de Francisco C. Fontanella. Piracicaba: Unimep, 1996.
TASSIN, Étienne. "O valor formador" da filosofia. In: DERRIDA, Jacques. La greve des philosophes: école et philosophie. Tradução Renata Maria Cordeiro. Paris: Osiris, 1986.
WHITE, Morton F. The origin of Dewey's instrumentalism. New York: Octagon Books, 1977.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Darcísio Natal Muraro

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os artigos publicados na Revista Educação em Análise estão sob a Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional, garantindo Acesso Aberto. Deste modo, os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos e, em caso de republicação, solicita-se que indiquem a primeira publicação nesta revista. Essa licença permite que qualquer pessoa leia, baixe, copie e compartilhe o conteúdo, desde que a devida citação seja feita. Além disso, autoriza a redistribuição, adaptação e criação de obras derivadas em qualquer formato ou meio, incluindo uso comercial, desde que a atribuição à revista seja mantida.
A revista se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua e a credibilidade do veículo. Respeitará, no entanto, o estilo de escrever dos autores. Alterações, correções ou sugestões de ordem conceitual serão encaminhadas aos autores, quando necessário.
As opiniões emitidas pelos autores dos artigos são de sua exclusiva responsabilidade.








