Narrar historias no es un juego
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-7939.2016v1n1p3Palabras clave:
Lectura, Educación del lector, Iniciación literariaResumen
Este trabajo analiza las narrativas de historias en el ámbito escolar. Con este fin, se buscó ayuda de ámbitos como la literatura, Educación y Biblioteconomía, y también en fuentes personales de dos contadores de historias (una educadora y una bibliotecaria). A pesar de un enfoque memorialista con un lenguaje muchas veces de compás oral, las autoras comparten informaciones e investigaciones que pueden llevar tanto a los profesores, como a los bibliotecarios a reflexionar sobre la importancia de las narrativas de historias en la escuela. Se destacan los elementos: la voz, el cuerpo, la presencia y el texto literario, que interfieren en el acto narrativo diversificado según el público y las diferentes edades. Los procedimientos metodológicos utilizados fueron el método bibliográfico y la narrativa biográfica, que se utilizan ampliamente entre los miembros de una familia y, en este caso en un grupo de contadores historias. En conclusión, se señaló que todavía es pequeño número de investigaciones sobre las narrativas de historias en cursos de Biblioteconomía y Pedagogía, y esto puede interferir con la práctica de este acto por los maestros y bibliotecarios. Hay una deficiencia en el plan de estudios de estas graduaciones, por lo que hay la necesidad constante en la actualización de estos profesionales. Otro aspecto importante a destacar es que los narradores orales necesitan gustar de las obras literarias para poder influir en sus lectores.Descargas
Citas
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