Algoritmos, trabajo y espacios normativos: reequilibrio del poder para la democracia del trabajo
DOI:
https://doi.org/10.5433/2176-6665.2025v30e52500Palabras clave:
control algorítmico, derechos laborales, STF, plataformas digitales, inteligencia artificialResumen
Ante las preocupaciones sobre el uso antidemocrático de la gestión algorítmica en las relaciones laborales, este trabajo tiene como objetivo mapear las acciones de los actores del mundo del trabajo para redirigir los arreglos institucionales estudiados hacia sentidos más protectores. Para ello, se delinean los contornos de dicha actuación a través de materiales producidos por la literatura, por el Instituto Sindical Europeo (ETUI) y de investigaciones realizadas en audiencias públicas en el Supremo Tribunal Federal (STF) y en el Senado Federal brasileño. Se observa que los esfuerzos por poner en la agenda las preocupaciones regulatorias laborales colectivas han tenido mayor éxito en las directrices europeas. Esta actuación se encuentra tensionada en el ámbito regulatorio brasileño respecto a las plataformas digitales y la inteligencia artificial (IA). A su vez, los debates en el STF, sobre el reconocimiento del vínculo laboral, y en el Senado Federal, sobre IA, indican sentidos de vaciamiento de las protecciones laborales.
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