Social sciences' research on second instance court decisions: some methological reflections
DOI:
https://doi.org/10.5433/2176-6665.2013v18n2p86Keywords:
Research Methodology, Second instance court decision research, Legal Sociology, AnthropologyAbstract
This paper purports to reflect, from a methodological perspective, on second instance court decisions research framework, answering the following questions: a) what should a good research framework encompass; b) how to find and choose a second instance court decision; c) what are the strengths and weaknesses of a second instance court decision research and what is lost and captured by such decisions; d) which methods and techniques can be used in researches involving second instance court decisions. In order to answer these questions the text is divided in three parts. The first addresses the discussion on research methodology in Social Sciences. The second part explains, in a simple way for non-jurists, what a second instance court decision consists of, how it is structured, what courses of action are taken until it is delivered, and the advantages/disadvantages of their use as data sources. Finally, some examples of second instance court decision researches in Social Sciences are presented so as to illustrate which data can be collected from those decisions, which methods are compatible with the choice of the decision as a source and how such methods can be used.Downloads
References
BARTELS, Larry M. Some unfulfilled promises of quantitative imperialism. In: BRADY, Henry; COLLIER, David (Org.). Rethinking social inquiry: diverse tools, shared standards. Lanham: Rowman & Littlefield s, 2004. p. 69-74.
BAUER, Martin W. Análise de conteúdo clássica: uma revisão. In: BAUER, Martin W.; GASKELL, G. (Org.) Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2003. p.189-217.
BOURDIEU, Pierre. A força do Direito: elementos para uma sociologia do campo jurídico. In: BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. São Paulo: Difel, 1990.
BRADY, Henry; COLLIER, David (Org.). Rethinking social inquiry: diverse tools, shared standards. Lanham: Rowman & Littlefield Publishers, 2004.
BRASIL. Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado, 1988.
BRASIL. Lei n. 5.869, de 11 de janeiro de 1973. Institui o Código de Processo Civil.
BRASIL. Decreto Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941. Código de Processo Penal.
CASTILHO, Ela Wiecko V. Introdução. In: LIMA, Roberto Kant de. Antropologia jurídica. In: LIMA, Antonio Carlos de Souza (Org.) Antropologia e direito: temas antropológicos para estudos jurídicos. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Antropologia, 2012.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Justiça em números 2010: Justiça Estadual. Brasília, 2010.
GERRING, John. Case study research: principles and practices. Cambridge: Cambridge University Press, 2007.
KING, Gary; KEOHANE, Robert; VERBA, Sidney. Designing social inquiry: scientific inference in qualitative research. New Jersey: Princeton University Press, 1994.
LIMA, Roberto Kant de. Antropologia jurídica. In: LIMA, Antonio Carlos de Souza (Org.). Antropologia e Direito: temas antropológicos para estudos jurídicos. Rio de Janeiro, Brasília: Contra Capa, LACED, Associação Brasileira de Antropologia, 2012.
MACHADO, Ida Lúcia. Algumas reflexões sobre elementos de base e estratégias da análise do discurso. Revista Estudos Linguísticos, Belo Horizonte, v. 20, n. 1, p. 187-207, jan.- jun. 2012.
MATOS, Marlise. Acesso ao Direito e à justiça brasileiros na perspectiva de gênero/sexualidade, raça/etnia: entre o estado e a comunidade. Belo Horizonte: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, 2011.
NOBRE, Marcos. Apontamentos sobre a pesquisa em direito no Brasil. Cadernos Direito GV, São Paulo, n. 1, set. 2004.
OLIVEIRA, Fabiana Luci de; SILVA, Virgínia Ferreira da. Processos judiciais como fonte de dados: poder e interpretação. Sociologias, Porto Alegre, v 7, n. 13, p. 244-259, jan.- jun. 2005.
OLIVEIRA, Rosa Maria Rodrigues de. Isto é contra a natureza? Decisões e discursos sobre conjugalidade homoeróticas em tribunais brasileiros. 2009. 256 f. Tese (Doutorado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2009.
SCHRITZMEYER, Ana Lúcia Pastore. Sortilégio de saberes: curandeiros e juízes nos tribunais brasileiros (1900-1990). São Paulo: IBCCRIM, 2004.
SCHRITZMEYER, Ana Lúcia Pastore. Etnografia dissonante dos tribunais do júri. Tempo Social, São Paulo, v. 19, n. 2, p. 111-129, 2007.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2013 Thiago Coacci

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Copyright on articles published in Mediações belongs to the author(s): in the case of partial or entire republication of the original publication, we ask author(s) to indicate the original publication in the periodical.
Mediações uses the Creative Commons Attribution 4.0 International license, which allows Open Access, enabling any user to read, download, copy and disseminate its content so long as adequately referenced.
The opinions expressed by the author(s) are their sole responsibility.

























