Emergência e crescimento inicial de plântulas de Inga ingoides (Rich.) Willd. em função de posições e profundidades de semeadura

Autores

  • Eduardo Maciel Oliveira Laime Universidade Federal de Paraíba
  • Edna Ursulino Alves Universidade Federal de Paraíba
  • Roberta Sales Guedes Universidade Federal de Paraíba
  • Kelina Bernardo Silva Universidade Federal de Paraíba
  • Dayane Cristine de Souza Oliveira Universidade Federal de Paraíba
  • Sueli da Silva Santos Universidade Federal de Paraíba

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2010v31n2p361

Palavras-chave:

Ingá, Qualidade de sementes, Frutífera nativa

Resumo

O ingá (Inga ingoides (Rich.) Willd.) é uma frutífera muito utilizada em reflorestamento de matas ciliares e na alimentação humana. Com o objetivo de verificar o efeito da posição e profundidade de semeadura na emergência e crescimento inicial de plântulas, foi realizado o experimento em delineamento inteiramente ao acaso, com quatro repetições de 25 sementes, dispostos em esquema fatorial 3 x 6 (posições e profundidades). Os tratamentos consistiram em diferentes posições das sementes no substrato: hilo voltado para cima, formando um ângulo de 0º em relação a um eixo imaginário perpendicular ao nível do substrato; hilo para o lado, formando um ângulo de 90º em relação ao eixo imaginário e hilo voltado para baixo, formando um ângulo de 180º em relação ao eixo imaginário, nas profundidades de 1, 2, 3, 4, 5 e 6 cm. Determinou-se o teor de água, a porcentagem de emergência, primeira contagem e índice de velocidade de emergência, bem como o comprimento e a massa seca de plântulas. A melhor profundidade de semeadura de I. ingoides variou de acordo com as posições, sendo as adequadas de 4 cm com o hilo voltado para baixo; 2,68-3,0 cm com o hilo para cima e 1 cm para as sementes, com o hilo para o lado.

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Biografia do Autor

Eduardo Maciel Oliveira Laime, Universidade Federal de Paraíba

Aluno de Graduação em Agronomia do Departamento de Fitotecnia e Ciências Ambientais, CCA-UFPB- Universidade Federal de Paraíba, Areia - PB.

Edna Ursulino Alves, Universidade Federal de Paraíba

Professora Adjunta do Departamento de Fitotecnia e Ciências Ambientais, CCA - UFPB, Caixa Postal 02, CEP: 58.397-000, Areia-PB

Roberta Sales Guedes, Universidade Federal de Paraíba

Doutoranda em Agronomia, Departamento de Fitotecnia e Ciências Ambientais, CCA - UFPB, Universidade Federal de Paraíba.

Kelina Bernardo Silva, Universidade Federal de Paraíba

Doutoranda em Agronomia, Departamento de Fitotecnia e Ciências Ambientais, CCA - UFPB, Universidade Federal de Paraíba.

Dayane Cristine de Souza Oliveira, Universidade Federal de Paraíba

 

Aluno de Graduação em Agronomia do Departamento de Fitotecnia e Ciências Ambientais, CCA-UFPB- Universidade Federal de Paraíba, Areia - PB.

 

Sueli da Silva Santos, Universidade Federal de Paraíba

Aluno de Graduação em Agronomia do Departamento de Fitotecnia e Ciências Ambientais, CCA-UFPB- Universidade Federal de Paraíba, Areia - PB.

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Publicado

2010-07-30

Como Citar

Laime, E. M. O., Alves, E. U., Guedes, R. S., Silva, K. B., Oliveira, D. C. de S., & Santos, S. da S. (2010). Emergência e crescimento inicial de plântulas de Inga ingoides (Rich.) Willd. em função de posições e profundidades de semeadura. Semina: Ciências Agrárias, 31(2), 361–372. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2010v31n2p361

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