Análise econômica do milho inoculado com Azospirillum brasilense associado a doses e fontes de nitrogênio

Autores

  • Fernando Shintate Galindo Universidade Estadual Paulista
  • Marcelo Carvalho Minhoto Teixeira Filho Universidade Estadual Paulista
  • Maria Aparecida Anselmo Tarsitano Universidade Estadual Paulista
  • Salatiér Buzetti Universidade Estadual Paulista
  • José Mateus Kondo Santini Universidade Estadual Paulista
  • Mariana Gaioto Ziolkowski Ludkiewicz Universidade Estadual Paulista
  • Cleiton José Alves Universidade Estadual Paulista
  • Orivaldo Arf Universidade Estadual Paulista

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2017v38n4p1749

Palavras-chave:

Adubação nitrogenada, Custo operacional total, Fertilizante de eficiência aprimorada, Sistema plantio direto, Ureia, Zea mays.

Resumo

O Azospirillum brasilense se destaca na fixação biológica de nitrogênio (FBN) em cultivo de milho. Contudo, faltam maiores pesquisas para definição do quanto se pode aplicar de N mineral quanto à eficiência da FBN, para alcançar altas produtividades economicamente sustentáveis. Além disso, seria interessante analisar se a ureia com inibidor da enzima urease NBPT pode ser menos prejudicial, beneficiando a FBN em gramíneas. Sendo assim, objetivou-se estudar o efeito da inoculação com Azospirillum brasilense, associado às doses e fontes de N, em solo de Cerrado, avaliando economicamente a produtividade de grãos de milho irrigado. O experimento foi desenvolvido em Selvíria - MS, em sistema plantio direto, em Latossolo Vermelho distrófico. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro repetições, dispostos em um esquema fatorial 2 x 5 x 2, sendo: duas fontes de N (ureia e ureia com inibidor da enzima urease NBPT); cinco doses de N em cobertura (0, 50, 100, 150 e 200 kg ha-1); com e sem inoculação das sementes com A. brasilense. A inoculação com Azospirillum brasilense torna o cultivo de milho mais lucrativo, independentemente da dose e fonte de N. A dose de 200 kg ha-1 de N na forma de ureia convencional associado à inoculação com Azospirillum brasilense proporciona maior produtividade de grãos, entretanto, o maior retorno econômico é obtido na dose de 100 kg ha-1 de N, com ureia convencional e inoculação.

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Biografia do Autor

Fernando Shintate Galindo, Universidade Estadual Paulista

Discente Curso de Doutorado, Programa de Pós-Graduação em Agronomia, Universidade Estadual Paulista, UNESP, Campus de Ilha Solteira, Ilha Solteira, SP, Brasil.

Marcelo Carvalho Minhoto Teixeira Filho, Universidade Estadual Paulista

Prof. Dr., UNESP, Ilha Solteira, SP, Brasil.

Maria Aparecida Anselmo Tarsitano, Universidade Estadual Paulista

Profa. Dra, UNESP, Ilha Solteira, SP, Brasil.

Salatiér Buzetti, Universidade Estadual Paulista

Prof. Dr., UNESP, Ilha Solteira, SP, Brasil.

José Mateus Kondo Santini, Universidade Estadual Paulista

Discente Curso de Doutorado, Programa de Pós-Graduação em Agronomia, Universidade Estadual Paulista, UNESP, Campus de Ilha Solteira, Ilha Solteira, SP, Brasil.

Mariana Gaioto Ziolkowski Ludkiewicz, Universidade Estadual Paulista

Discente Curso de Doutorado, Programa de Pós-Graduação em Agronomia, Universidade Estadual Paulista, UNESP, Campus de Ilha Solteira, Ilha Solteira, SP, Brasil.

Cleiton José Alves, Universidade Estadual Paulista

Discente Curso de Doutorado, Programa de Pós-Graduação em Agricultura, UNESP, Botucatu, SP, Brasil.

Orivaldo Arf, Universidade Estadual Paulista

Prof. Dr., UNESP, Ilha Solteira, SP, Brasil.

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Publicado

2017-08-04

Como Citar

Galindo, F. S., Teixeira Filho, M. C. M., Tarsitano, M. A. A., Buzetti, S., Santini, J. M. K., Ludkiewicz, M. G. Z., Alves, C. J., & Arf, O. (2017). Análise econômica do milho inoculado com Azospirillum brasilense associado a doses e fontes de nitrogênio. Semina: Ciências Agrárias, 38(4), 1749–1764. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2017v38n4p1749

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