Desempenho inicial do milho em resposta a ácidos húmicos isolados de esterco bovino e cama de aviário
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Keywords

Bioativitividade
Matéria orgânica do solo
Química e fertilidade do solo
Substâncias húmicas.

How to Cite

Melo, R. O. de, Baldotto, M. A., & Baldotto, L. E. B. (2015). Desempenho inicial do milho em resposta a ácidos húmicos isolados de esterco bovino e cama de aviário. Semina: Ciências Agrárias, 36(3Supl1), 1863–1874. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2015v36n3Supl1p1863

Abstract

O milho é cultivado em todo o país, produzindo quantidades variáveis conforme o investimento em tecnologia. Dentre essas tecnologias, destaca-se o uso de sementes melhoradas, associadas com adequado manejo integrado dos fatores de produção, tais como a correção e fertilização dos solos, a irrigação, o controle fitossanitário e de competidores e, mais recentemente, o uso de biorreguladores, buscando otimizar a produtividade. De forma análoga aos reguladores de crescimento sintéticos, como as auxinas, as substâncias húmicas da matéria orgânica apresentam um efeito estimulante em plantas. Contudo, a bioatividade e a concentração ótima das substâncias húmicas variam de acordo com as espécies vegetais e com matérias primas das quais elas foram isoladas. Por essas razões, este trabalho teve como objetivo estudar o crescimento e desenvolvimento do milho, em resposta à aplicação de diferentes concentrações de ácidos húmicos, via tratamento de sementes. Os tratamentos constituíramse de duas fontes de ácidos húmicos (esterco bovino e cama de aviário) utilizando cinco concentrações (0, 10, 20, 30 e 40 mmol L-1 de C) das respectivas soluções, aplicado via tratamentos de sementes em um bioensaio conduzido em casa de vegetação. Ao final do experimento (45 dias após a germinação), as plantas foram avaliadas biometricamente e nutricionalmente. Os resultados mostraram incrementos significativos no crescimento e desenvolvimento da parte aérea e do sistema radicular, e acumulo significativo dos nutrientes N e P com a aplicação de ácidos húmicos isolados de esterco bovino, sendo que os mesmos não ocorreram com a aplicação de ácidos húmicos isolados de cama de aviário. Assim o uso de bioestimulantes à base de ácidos húmicos isolados de esterco bovino é positivo e complementar comparativamente aos insumos geralmente usados no tratamento de sementes de milho.

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2015v36n3Supl1p1863
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