Escuchar el portugués en la Amazonía: Oralidad amazónica, decolonialidad y ecologías del PLE
DOI:
https://doi.org/10.5433/1519-5392.2025v25n4p127-145Palabras clave:
PLE, Escucha sensible, Oralidad amazónicaResumen
Este artículo propone una pedagogía decolonial para la enseñanza del portugués como lengua extranjera (PLE) en la Amazonía, basada en la experiencia del Curso de Lengua y Cultura Brasileña para Extranjeros de UNIFAP. En lugar de adoptar modelos normativos de internacionalización, se propone una ecología del portugués anclada en la oralidad afroamazónica, la escucha sensible y la convivencia situada. A partir de los aportes teóricos de Santos (2014), Ingold (2011), Pimentel e Fares (2013), y Alcoff (1991), se argumenta que las prácticas pedagógicas basadas en ritmos, pausas y saberes locales desplazan la enseñanza de lenguas desde un paradigma de transmisión hacia un gesto de cohabitación. La metodología es cualitativa y está inspirada en la investigación-intervención, con análisis de registros escritos, grabaciones de audio y observaciones de campo realizadas durante talleres y actividades con estudiantes extranjeros. Los resultados indican que el PLE puede configurarse como una política de la presencia, en la que el cuerpo, la memoria y la escucha se convierten en formas encarnadas de aprender y habitar la lengua.
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