Multialfabetizaciones y género social: una experiencia de relectura de poemas a través de instalaciones artísticas en el espacio escolar
DOI:
https://doi.org/10.5433/1519-5392.2025v25n3p75-96Palabras clave:
Multialfabetizaciones, Instalaciones artísticas, Género socialResumen
Este estudio tiene como objetivo presentar un análisis discursivo crítico de una experiencia de multialfabetizaciones, desarrollada con estudiantes de secundaria, centrada en la lectura de poemas, su recreación en instalaciones artísticas y la problematización de las formas en que esta manifestación literaria tematiza lo femenino en las relaciones sociales de género. Para describir y analizar esta práctica, se parte del marco teórico de los estudios críticos del discurso, con base en Fairclough (2003), Chouliaraki e Fairclough (1999), Vieira (2019, 2022, 2023 y Resende (2019), en articulación con el enfoque de los multiletramientos propuesto por Rojo (2009), Kalantzis, Cope y Pinheiro (2020), los presupuestos de la Semiótica Social según Kress y Leeuwen (2006, 2002); Leeuwen, (2022), así como las prácticas teóricas latinoamericanas sobre discurso, poder y género social según Lugones (2007, 2014). El análisis semiótico-discursivo se centró en los significados espaciales (inter)nacionales, considerando su estructura y valor, así como su interacción con otros modos semióticos en la constitución de las instalaciones como géneros discursivos situados. Los análisis evidencian que los estudiantes reflexionan de forma más crítica sobre sus propias experiencias, como jóvenes social y culturalmente situados en un tiempo y espacio determinados, lo que les permite cuestionar las prácticas del sistema mundial colonial moderno y participar en otras formas de pensar sobre las relaciones de género social.
Descargas
Citas
AIRES, A. P. L. dos S.; BRENER, F. M. Apropriações multimodais de “The Masque of The Red Death” por professores de inglês em formação. Revista EntreLinguas, Araraquara, v. 10, n. 00, p. 2-28, 2024. DOI: 10.29051/el.v10i00.18792. DOI: https://doi.org/10.29051/el.v10i00.18792
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018.
CHOULIARAKI, L.; FAIRCLOUGH, N. Discourse in late modernity: rethink critical discourse analyses. Londres: Routledge, 1999.
FAIRCLOUGH, N. Analysing discourse: textual analysis for social research. Londres: Routledge, 2003. DOI: https://doi.org/10.4324/9780203697078
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2018.
IMACULADA, O. M.; VIEIRA, V. Multiletramentos e gênero social: uma experiência de leitura crítica de poemas em instalações artísticas no espaço escolar. In: SILVA, K. A. da; PEREIRA, L. S. M. Metodologia de pesquisa em linguística aplicada. Campinas: Pontes, 2025. v. 1. cap. 7, p. 239-280.
KALANTZIS, M.; COPE, B.; PINHEIRO, P. Letramentos. São Paulo: Editora Unicamp, 2020.
KRESS, G.; LEEUWEN, T. van. Multimodal discourse: the modes and media of contemporary communication. London: Arnold, 2002.
KRESS, G.; LEEUWEN, T. van. Reading images: the grammar of visual design. 2nd ed. London: Routledge, 2006. DOI: https://doi.org/10.4324/9780203619728
LAKOFF, G. Women, fire, and dangerous things: what categories reveal
about the mind. Chicago: The University of Chicago Press, 1987.
LAKOFF, G.; JOHNSON, M. Metáforas da vida cotidiana. São Paulo:
EDUC–PUC, 2002.
LEEUWEN, T. van. Multimodality and identity. New York: Routledge, 2022. DOI: https://doi.org/10.4324/9781003186625
LUGONES, M. Heterosexualism and the colonial/modern gender system. Hypatia, Edwardsville, v. 22, n. 1, p. 186–209, 2007. Disponível em: https://muse.jhu.edu/journal/80. Acesso em: 3 maio 2022. DOI: https://doi.org/10.1353/hyp.2006.0067
LUGONES, M. Rumo a um feminismo decolonial. Estudos Feministas, Florianópolis, v. 22, n. 3, p. 935-952, set./dez. 2014. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/36755. Acesso em: 20 abr. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2014000300013
MAGALHÃES, J. E. P. Competências socioemocionais: gênese e incorporação de uma noção na política curricular e no ensino médio. e-Mosaicos, Rio de Janeiro, v. 10, n. 23, p. 62-84, 2021. Disponível: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/e-mosaicos/article/view/46754. Acesso em: 5 jun. 2022. DOI: https://doi.org/10.12957/e-mosaicos.2021.46754
MAIA, L. Mulheres poéticas - a poesia no cárcere. São Paulo: Giostri, 2017.
MALDONADO-TORRES, N. Analítica da colonialidade e da decolonialidade: algumas dimensões básicas, In: BERNARDINO-COSTA, J.; MALDONADO-TORRES, N.; GROSFOGUEL, R. Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2018. p. 30-88.
PINHEIRO, P. Da linguística saussuriana à semiótica social: o conceito de multimodalidade sob escrutínio. Trabalhos em Linguística Aplicada, Campinas, v. 63, n. 2, p. 396–411, 2024. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/view/8675669. Acesso em: 10 abr. 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/01031813v63220248675669
PROJETO de vida e competências socioemocionais: novas faces das "reformas" educacionais. [S. l.: s. n.], 2022. 1 vídeo (2 h:1 min). Publicado pelo canal Observatório das Reformas Educacionais. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=EiPDkbTK088 . Acesso em: 27 out. 2022. Participação de Jonas Magalhães, Cláudio Costa, Eduardo Sepe.
REFORMA do ensino médio: as “reformas” e o “golpe”, o “novo” e o velho na precarização da educação brasileira. [S. l.: s. n.], 2022. 1 vídeo (1 h:58 min). Publicado pelo canal Observatório das Reformas Educacionais. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=1LosrfzY38s. Acesso em: 27 out. 2022. Participação de Fernando Penna, Cláudio Costa, Eduardo Sepe.
RESENDE, V. D. M. Perspectivas Latino-Americanas para decolonizar os estudos críticos do discurso. In: RESENDE, V. D. M. Decolonizar os estudos críticos do discurso. Campinas: Pontes, 2019. p. 19-46.
ROJO, R. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009.
SILVA, M. R. A BNCC da reforma do ensino médio: o resgate de um empoeirado discurso. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 34, p. 1-15. 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/edur/a/V3cqZ8tBtT3Jvts7JdhxxZk/abstract/?lang=pt. Acesso em: 15 out. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/0102-4698214130
SILVA, M. R.; MARTINEZ, J. Z.; FERNANDEZ, A. C.; BEATO-CANATO, A. P. Faz sentido uma Base Nacional Comum Curricular? Revista X, Curitiba, v. 15, n. 5, p. 9-17, 2020. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/revistax/article/view/77308. Acesso em: 15 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.5380/rvx.v15i5.77308
VIEIRA, V. Análise de inter-ações em pesquisas colaborativo-dialógicas. In: DOMINGUEZ, M. A.; LIMA, R. F. M. Contemporaneidade em discurso: contribuições da análise do discurso sobre questões do nosso tempo. Rio de Janeiro: Dialogarts, 2023. p. 96-124.
VIEIRA, V. C. Corpos de (com)vivências em pesquisas críticas do discurso. In: ALMEIDA, M. M. T.; RESENDE, V. M. Estudos do discurso: abordagens em ciência crítica. Campinas: Pontes, 2022. p. 137-162.
VIEIRA, V. C. Perspectivas decoloniais feministas do discurso na pesquisa sobre educação e gênero-sexualidade. In: RESENDE, V. M. Decolonizar os estudos críticos do discurso. Campinas: Pontes Editores, 2019. p. 83-115.
WALSH, C. Interculturalidad, colonialidad y educación. Revista Educación y Pedagogía, Medellín, v. XIX, n. 48, p. 25-35, mayo/agosto, 2007. Disponível em: https://www.flacsoandes.edu.ec/sites/default/files/agora/files/1265909654.interculturalidad__colonialidad_y_educacion_0.pdf. Acesso em: 11 out. 2021.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 VIVIANE VIEIRA, Ofélia Maria Imaculada

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Entretextos adota a Licença Creative Commons Attribution 4.0 International, portanto, os direitos autorais relativos aos artigos publicados são do/s autor/es.
Sob essa licença é possível: Compartilhar - copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato. Adaptar - remixar, transformar, e criar a partir do material, atribuindo o devido crédito e prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas.












