Decoloniality in English coursebooks: read the word to read the world

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5433/1519-5392.2025v25n2p112-132

Keywords:

Decoloniality, Coursebook, English teaching

Abstract

This work aims at sharing the results of a research that investigated how decoloniality is present in the reading activities of oral and written texts from the main English coursebooks in public schools in Nova Friburgo. As theoretical support we have Mignolo (2005), Walsh (2017), Anjos (2019), Souza (2023) and Pereira (2022), among others, in addition to them, we also use two official documents on education in Brazil as a basis: the Base Nacional Comum Curricular (Brazil, 2018) and the Guia do Livro Didático (Brazil, 2021), from the Programa Nacional do Livro Didático. For the research, we adopted the Content Analysis of Bardin (2009), following the categorization by boxes, and as a tool for analysis we elaborated a framework with constitutive elements of a decolonial language teaching. Our research corpus comprised reading activities of the three most used English coursebooks in public schools in Nova Friburgo. After the analysis, we conclude that there are significant advances towards decolonial teaching, but none of the three books proposes, in fact, a social transformation through English.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

Lídia Rocha Moraes, Fluminense Federal University

Master in Language Studies. Fluminense Federal University.

Cíntia Regina Lacerda Rabello, Fluminense Federal University

PhD in Applied Linguistics. Fluminense Federal University.

References

ALMEIDA, R. L. T. Moderna PLUS: língua inglesa. São Paulo: Moderna, 2020.

ANJOS, F. A. Desestrangeirizar a língua inglesa e estudos inquisitoriais. Salvador: EDUFRB, 2019.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2009.

BRASIL. Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 4 dez. 2020.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Curricular BNCC. Brasília, DF: MEC, 2018.

BRASIL. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Funcionamento do PNLD. Brasília, DF: MEC, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/fnde/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas/programas-do-livro/pnld/funcionamento. Acesso em: 24 ago. 2024.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Guia de livros didáticos: 2021: língua inglesa: ensino médio. Brasília, DF: Secretaria de Educação Básica, 2021.

CASTRO-GOMEZ, S.; GROSFOGUEL, R. El giro decolonial: reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores, 2007.

COX, M. I. P.; ASSIS-PETERSON, A. A. O professor de inglês: entre a alienação e a emancipação. Linguagem & Ensino, Cuiabá, v. 4, n. 1, p. 11-36, 2001. DOI: https://doi.org/10.15210/rle.v4i1.15526.

FRANCO, C.; TAVARES, K. English vibes for brazilian learners. São Paulo: FTD, 2020.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 47. ed. Petrópolis: Vozes, 2005.

ISHIKAWA, T.; JENKINS, J. What is ELF?: introductory questions and answers for ELT professionals. Center for English as a Lingua Franca Journal, Tokyo, v. 5, p. 1-10, Apr. 2019. DOI 10.15045/ELF_0050101.

JENKINS, J. Global englishes: a research book for students. Florence: Taylor and Francis, 2014.

MARQUES, A.; CARDOSO, A. C. Anytime!. São Paulo: Saraiva, 2020.

MIGNOLO, W. Prophets facing sidewise: the geopolitics of knowledge and the colonial difference. Social Epistemology, Abingdon, v. 19, n.1, p. 111-127, Mar. 2005. DOI 10.1080/02691720500084325.

MIGUEL, G. . Testes psicométricos e projetivos: medidas psico-educacionais. São Paulo: Edições Loyola, 1983.

MOITA LOPES, L. P. da. Pesquisa interpretativista em linguística aplicada: a linguagem como condição e solução. DELTA: Documentação E Estudos Em Linguística Teórica E Aplicada, 10(2). 1994.

MORAES. L. R. Ensino Decolonial de Língua Inglesa: uma análise de livros didáticos utilizados em escolas públicas de Nova Friburgo. Dissertação (Pós-graduação em Estudos de Linguagem) - Faculdade de Letras, Universidade Federal Fluminense. Rio de Janeiro, 2024. p. 132.

PAIVA, V. L. M. de O. Manual de pesquisa em Estudos Linguísticos. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2019.

PEREIRA, F. M. Uma análise crítica sobre livros didáticos de inglês e a literatura como recurso alternativo para uma educação decolonial. Letras Raras, Campina Grande, v. 11, n. 1, p. 65-84, mar. 2022. DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.8363983.

QUIJANO, A. Colonialidade, poder, globalização e democracia. Novos Rumos, Marília, ano 17, n. 37, p. 1-25, jan. 2002. DOI: https://doi.org/10.36311/0102-5864.17.v0n37.2192.

SOUZA, L. M. Decolonial: ser, estar ou fazer. In: BRAHIM, A. C. S. M.; BEATO-CANATO, A. P. M.; JORDÃO, C. M.; MONTEIRO, D. R. (org.). Decolonialidade e linguística aplicada. Campinas: Pontes Editores, 2023. p. 165-183.

WALSH, C. Entretejiendo lo pedagógico y lo decolonial: lucha, caminos y siembras de reflexión-acción para resistir, (re)existir y (re)vivir. Ohio: Abril Trigo, 2017.

Published

2025-07-07

How to Cite

MORAES, Lídia Rocha; RABELLO, Cíntia Regina Lacerda. Decoloniality in English coursebooks: read the word to read the world . Entretextos, Londrina, v. 25, n. 2, p. 112–132, 2025. DOI: 10.5433/1519-5392.2025v25n2p112-132. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/article/view/51756. Acesso em: 15 jan. 2026.