Intersectional Linguistic Education: The BNCC through the lens of Intersectionality

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5433/1519-5392.2025v25n1p149-168

Keywords:

Interseccional Linguistic Education; BNCC; Intersectionality.

Abstract

This study aims to investigate Brazil's National Common Curricular Base (BNCC) through the lens of Intersectional Linguistic Education (ELI), utilizing a critical analysis to understand how race, gender, and sexuality are addressed. Based on the concept of intersectionality, particularly in Collins and Bilge's study (2021), this article adopts a qualitative-interpretive methodology, analyzing the content of the BNCC and its normative approach. The corpus consists of the BNCC texts, examined for the presence of terms such as "race", "sex", "gender", and "diversity". The results reveal a superficial treatment of these concepts, indicating a lack of alignment with a critical intersectional perspective. The research suggests that by overlooking these complexities, the BNCC compromises the creation of an inclusive and equitable educational environment.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

Bruna Carolini Barbosa, Universidade Estadual do Norte do Paraná

Doutora em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de Londrina (Uel). Docente na Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp). E-mail: brunabarbosa@uenp.edu.br

Victor Santiago, Federal University of Acre

Doutor em Letras (Estudos de Literatura) pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Professor Adjunto de Literatura na Universidade Federal do Acre (Ufac), Rio Branco, AC, Brasil. E-mail: victor.santiago@ufac.br.

References

BARBOSA, B. C. Projetos de letramento: praxiologias decoloniais para formação antirracista de professores de línguas. Revista Soletras, São Gonçalo, n. 48, p. 23-48, 2024. DOI: https://doi.org/10.12957/soletras.2024.83176

BENTO, B. Transviad@s: gênero, sexualidade e direitos humanos. Salvador: EDUFBA, 2017.

BENTO, C. Pacto da branquitude. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.

BEZERRA, F. Linguística aplicada transviada: gênero e sexualidade nos estudos da linguagem em perspectiva descolonial, interseccional e transdisciplinar. Campinas: Pontes Editores, 2023.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2017.

BRITZMAN, D. Curiosidade, sexualidade e currículo. In: LOURO, G. L. (org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Trad. Tomaz Tadeu da Silva. 4. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2018, p. 81-110. Edição Kindle.

BORBA. R. (org.). Discursos transviados: por uma linguística queer. São Paulo: Cortez, 2020.

BUTLER, J. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Trad. Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.

COLLINS, P. H.; BILGE, S. Interseccionalidade. Trad. Heci Regina Candiani. 2. ed. São Paulo: Editora Boitempo, 2021.

CRENSHAW, K. Demarginalizing the intersection of race and sex: a black feminist critique of antidiscrimination doctrine, feminist theory, and antiracist politics. University of Chicago Legal Forum, Chicago, v. 1989, n. 1, p. 139-167, [1989].

DIANGELO, R. White fragility: why it's so hard for White people to talk about racism. Boston: Beacon Press, 2018.

FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. 71. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2019.

HOOKS, B. Ensinando a transgredir: a educação como prática de liberdade. Trad. Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2017.

LIVIA, A.; HALL, K. (ed.). Queerly phrased: language, gender, and sexuality. New York: Oxford University Press, 1997. DOI: https://doi.org/10.1093/oso/9780195104707.001.0001

LOURO, G. L. Teoria queer: uma política pós-identitária para a educação. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 9, n. 2, p. 541-553, 2001. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ref/a/64NPxWpgVkT9BXvLXvTvHMr/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 14 fev. 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2001000200012

MOITA LOPES, L. P. da. Identidades fragmentadas: a construção discursiva de raça, gênero e sexualidade em sala de aula. Campinas: Mercado de Letras, 2002.

MOITA LOPES, L. P. da. Pesquisa interpretativista em lingüística aplicada: a linguagem como condição e solução. DELTA: Documentação e Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 329-338, 1994. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/delta/article/view/45412. Acesso em: 29 out. 2024.

MOITA LOPES, L. P. da. Por uma linguística aplicada indisciplinar. São Paulo: Parábola Editorial, 2006.

MOITA LOPES, Luiz Paulo da; GONZALES, Clarissa Rodrigues; MELO, Glenda Cristina Valim; GUIMARÃES, Thayse Figueira. . Estudos queer em linguística aplicada indisciplinar: gênero, sexualidade, raça e classe social . São Paulo: Parábola, 2022

MELO, I. F. Linguística Queer. Campinas: Pontes Editores, 2024.

MISKOLCI, R. Teoria Queer: um aprendizado pelas diferenças. Belo Horizonte: Autêntica, 2012.

NASCIMENTO, A. do. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.

PENNYCOOK, A. Uma linguística aplicada transgressiva. In: LOPES, L. P. da M. Por uma Linguística Aplicada Indisciplinar. São Paulo: Parábola Editorial, 2006. p. 67-84.

PESSOA, R. R.; SILVA, K. A.; FREITAS, C. C (org.). Praxiologias do Brasil Central sobre educação linguística crítica. 1. ed. São Paulo: Pá de Palavra, 2021.

RODRIGUEZ, N. (Queer) youth as political and pedagogical. In: PINAR, W. (org.). Queer theory in education. Mahwah: Lawrence Erlbaum Associates, 1998. p. 146-156.

TILIO, R.; ROCHA, C. H. Educação linguística crítica para a transformação social radical: discussões sobre letramentos, criticidade e afeto em tempos de barbárie. DELTA: Documentação e Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, São Paulo, v. 40, n. 1, p. 1-32, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/delta/a/rfvBLCZq9cBptFvBXtRBczm/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 29 out. 2024. DOI: https://doi.org/10.1590/1678-460x202440157244

Published

2025-04-22

How to Cite

BARBOSA, Bruna Carolini; SANTIAGO, Victor. Intersectional Linguistic Education: The BNCC through the lens of Intersectionality. Entretextos, Londrina, v. 25, n. 1, p. 149–168, 2025. DOI: 10.5433/1519-5392.2025v25n1p149-168. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/article/view/51755. Acesso em: 13 mar. 2026.