Doenças e características físicas e químicas pós-colheita em manga

Autores

  • Ivan Herman Fischer Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios
  • Maria Cecília de Arruda Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios
  • Aparecida Marques de Almeida Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios
  • Sonia Maria Nalesso Marangoni Montes Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios
  • Elisangela Marques Jerônimo Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios
  • Eliane Maria Ravasi Stefano Simionato Universidade do Sagrado Coração
  • Rosemary Marques de Almeida Bertani Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2009v30n1p107

Palavras-chave:

Mangifera indica, Colletotrichum, Lasiodiplodia, Qualidade.

Resumo

O presente trabalho objetivou identificar e quantificar as doenças pós-colheita e avaliar as características físicas e químicas de frutos de manga cultivares Haden, Tommy Atkins, Palmer e Keitt submetidos, ou não, ao tratamento com o fungicida carbendazim. Os frutos foram colhidos em um pomar comercial em Presidente Prudente-SP, individualizados e submetidos a 24h de câmara úmida, permanecendo por mais oito dias a 25±2ºC e 70-80% de UR. A incidência de doenças, a firmeza e a perda de massa foram avaliadas periodicamente, durante nove dias. Antes e ao final do armazenamento, os frutos foram caracterizados quanto aos teores de acidez titulável e sólidos solúveis. A ocorrência de podridões foi elevada nas quatro cultivares de manga. A antracnose foi a doença mais freqüente, com praticamente 100% de incidência nos frutos. A podridão peduncular de Lasiodiplodia teve maior incidência na cv. Tommy Atkins (68%), seguida pela Haden (36%). O tratamento com carbendazim apresentou eficiência variável no controle das podridões, em função da cultivar de manga, podendo ser recomendado para o controle da podridão peduncular nas cvs. Haden e Palmer e também para reduzir a severidade da antracnose nas cvs. Haden e Keitt. A aplicação de fungicida não influenciou nos teores de sólidos, acidez titulável e “ratio” das cultivares de manga, exceto na Palmer que apresentou menor “ratio” quando tratada com fungicida. A aplicação de ethefon não interferiu no processo de amadurecimento da manga cv. Haden.

Biografia do Autor

Ivan Herman Fischer, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios

Engenheiro Agrônomo, Doutor em Fitossanidade, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios/APTA Regional Centro Oeste. Bauru, SP.

Maria Cecília de Arruda, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios

Engenheira Agrônoma, Doutora em Fitotecnia, APTA Regional Centro Oeste – Bauru, SP.

Aparecida Marques de Almeida, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios

Engenheira Agrônoma, Doutora em Fitotecnia, APTA Regional Centro Oeste – Bauru, SP.

Sonia Maria Nalesso Marangoni Montes, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios

Engenheira Agrônoma, Mestre em Fitotecnia, APTA Regional Alta Sorocabana – Presidente Prudente, SP.

Elisangela Marques Jerônimo, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios

Engenheira Agrônoma, Doutora em Tecnologia de Alimentos, APTA Regional Centro Oeste – Jaú, SP.

Eliane Maria Ravasi Stefano Simionato, Universidade do Sagrado Coração

Professora Doutora na Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.

Rosemary Marques de Almeida Bertani, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios

Engenheira Agrônoma, Doutora em Fitotecnia, APTA Regional Centro Oeste – Marília, SP.

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Publicado

2009-07-30

Como Citar

Fischer, I. H., Arruda, M. C. de, Almeida, A. M. de, Montes, S. M. N. M., Jerônimo, E. M., Simionato, E. M. R. S., & Bertani, R. M. de A. (2009). Doenças e características físicas e químicas pós-colheita em manga. Semina: Ciências Agrárias, 30(1), 107–116. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2009v30n1p107

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