"Profesora, disculpe, pero ahora voy a hablar": Por una educación lingüística que considere múltiples discursos
"Professora, me desculpe, mas agora vou falar!"
DOI:
https://doi.org/10.5433/1519-5392.2025v25n3p118-133Palabras clave:
Producción Discursiva, Educación Lingüística, DiversidadResumen
Este artículo reflexiona sobre alternativas pedagógicas viables para la enseñanza y la producción textual, con un enfoque en la valorización de los saberes populares y en la promoción de una praxis interactiva e inclusiva. A partir de las contribuciones de teóricos como Bakhtin (2003) y Foucault (1999), que discuten el lenguaje como un espacio de poder y resistencia, y Magro (2002), que enfatiza la importancia de considerar la realidad social y cultural de los estudiantes, el texto propone la incorporación de movimientos culturales como el Hip Hop y el Funk en el entorno escolar. Estos movimientos, al utilizar el arte y el lenguaje como formas de expresión y resistencia, ofrecen un campo fértil para la reflexión sobre la diversidad lingüística y la desconstrucción del modelo de enseñanza tradicional. El análisis señala que, al reconocer y respetar las variantes lingüísticas presentes en el cotidiano de los estudiantes, la escuela puede ampliar la comprensión sobre diferentes formas de lenguaje, fomentando la creatividad y el pensamiento crítico. De esta manera, la escritura deja de ser vista como un proceso impuesto y normativo, transformándose en un espacio de creación libre y de expresión auténtica. El trabajo propone, por lo tanto, una educación que dialogue con las realidades sociales de los estudiantes y promueva prácticas pedagógicas interactivas y significativas.
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