Literacy and critical teaching of portuguese as a second language for the deaf: possible pathways

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5433/1519-5392.2025v25n1p383-401

Keywords:

Deaf, Critical Teaching of Portuguese, Literacy

Abstract

This article aims to explore the intersections between literacy studies and the education of the deaf, emphasizing the importance of teaching that considers the cultural and linguistic specificities of deaf students. The theoretical framework is based on the New Literacy Studies (NLS), which criticizes the traditional view of literacy that disregards the cultural practices of the deaf. The methodology includes a critical analysis of current educational practices and proposes a bilingual and critical approach that respects Brazilian Sign Language (Libras) as L1 and Portuguese (LP) as L2. The research corpus includes critical studies found in articles, theses, and dissertations in literacy and deaf education. The results highlight the inadequacy of teaching LP as L1 for deaf students and the need for specific teacher training aimed at an LP education that goes beyond an instrumental perspective, promoting a dialogical and critical pedagogical practice suited to the realities of deaf students.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

Josiane Junia Facundo , Paraná Federal Institute of Education, Science and Technology

Ph.D. in Language Studies (UEL), Master in Education (UEL), Bachelor's degree in Literature (UEL) and Pedagogy (UNIFIL); Specialist in Special Education (UNOPAR), Psychopedagogy (ESAP), and Bilingual Education for the Deaf/Sign Language (IPE). Faculty member at the Federal Institute of Education of Paraná (IFPR). Has experience in the field of Education, with an emphasis on Language Teaching and Learning, working primarily on the following topics: Sign Language/Libras; Portuguese as a Second Language for the Deaf; Training of Libras Teachers; Libras as a Curriculum Subject; Academic Literacy for the Deaf.

References

ANDRADE, M. M. F. de. Práticas de ensino da língua portuguesa para alunos surdos. 2012. 86 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Metodista de Piracicaba, Piracicaba, 2012.

BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação dos Surdos. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília, MEC/CONSED/UNDIME, 2017. Disponível em:http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase. Acesso em: 15 set. 2020.

Brasil. Decreto Federal n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 28-29, 23 dez. 2005. Disponível em: http:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm . Acesso em: 3 ago. 2023.

Brasil. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Sancionada em 12 de dezembro de 1996, pelo Presidente da República Federativa do Brasil. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996.

Brasil. Lei nº 14.191, de 3 de agosto de 2021. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), para dispor sobre a modalidade de educação bilíngue de surdos. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 1, 4 ago. 2021. Disponível em: https://www.in.gov.br/ en/web/dou/-/lei-n-14.191-de-3-de-agosto-de-2021-336083749 . Acesso em: 10 ago. 2023.

BRITO, L. F. Integração social e educação de Surdos. Rio de Janeiro: Babel, 1993.

BUENO, A.; CREMA, E.; ESTACHESKI, D.; NETO, J. M. (org.). Aprendizagens históricas: ensino de história. Rio de Janeiro: Sobreontens, 2018.

DIZEU, L. C. T. de B.; CAPORALI, S. A.. A língua de sinais constituindo o surdo como sujeito. Educação & Sociedade, Campinas, v. 26, n. 91, p. 583-597, maio 2005. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-73302005000200014

FAIRCLOUGH, N. Language and power. New York: Longman, 1989.

FERNANDES, S. Educação bilíngue para surdos: identidades, diferenças, contradições e mistérios. 2003. 213 f. Tese (Doutorado em Letras) - Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2003.

FISCHER, A. A construção de letramentos na esfera acadêmica. 2007. 341 f. Tese (Doutorado em Linguística) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2007.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

GEE, J. P. Social linguistics and literacies: ideology in discourses. 2. ed. London: The Farmer Press, 1999.

GREGORY, A. E.; CAHILL, M. A. Constructing critical literacy: self-reflexive ways for curriculum and pedagogy. Critical Literacy: Theories and Practices, Boise, v. 3, n. 2, p. 6-16, 2009.

HEATH, S. B. What no bedtime story means: narrative skills at home and school. In: DURANTI, A. (org.) Linguistic anthropology: a reader. Oxford: Blackwel, 2001. p. 318-342.

LACERDA, C. B. F. de. Um pouco da história das diferentes abordagens na educação dos surdos. Cadernos CEDES, Campinas, v. 19, n. 46, p. 68-80, set. 1998. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-32621998000300007

LODI, A. C. B.; HARRISON, K. M. P.; CAMPOS, S. R. L.; Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2003.

MAHER, T. M. Ser professor sendo indio: questões de lingua(gem) e identidade. 1996. 261 f. Tese (Doutorado em Linguística) - Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1996.

NORTON, B. Critical literacy and international development. Critical literacy: theories and practices, Lexington, v. 1, n.1, p. 6-15, July 2007.

PEREIRA, M. C. C. O ensino de português como segunda língua para Surdos: princípios teóricos e metodológicos. Educar em Revista, Curitiba, n. 2, p.143-157. 2014. Edição Especial. DOI: https://doi.org/10.1590/0104-4060.37236

RAJAGOPALAN, K. Por uma linguística crítica: linguagem, identidade e a questão ética. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.

RAMALHO, V. Ensino de língua materna e análise de discurso crítica. Bakhtiniana, São Paulo, v. 7, n. 1, p. 178-198, jan./jun. 2012. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S2176-45732012000100011 . Acesso em: 5 nov. 2018. DOI: https://doi.org/10.1590/S2176-45732012000100011

SHOR, I. What is critical literacy?. Journal of Pedagogy, Pluralism, and Practice, Cambridge, v. 1, n. 4, p. 1-32, 1999.

SILVA, E. M. da; ARAÚJO, D. L. de. Letramento: um fenômeno plural. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, Belo Horizonte, v. 12, n. 4, p. 681-698, set. 2012. DOI: https://doi.org/10.1590/S1984-63982012005000007

SOARES, M. B. Língua escrita, sociedade e cultura: relações, dimensões e perspectivas. In: REUNIÃO ANUAL DA ANPEd, 17., 1995, Caxambu. Anais [...]. Caxambu: ANPED, 1995. Disponível em: http://docslide.com.br/documents/cultura-escrita-559aba75b4693.html . Acesso em: 20 set. 2018.

STREET, B. Letramentos sociais: abordagens críticas do letramento no desenvolvimento, na etnografia e na educação. Tradução de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2014.

STROBEL, K. L. História da educação do surdos. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2010. Disponível em chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://www.libras.ufsc.br/colecaoLetrasLibras/eixoFormacaoEspecifica/historiaDaEducacaoDeSurdos/assets/258/TextoBase_HistoriaEducacaoSurdos.pdf. Acesso em: 5 fev. 2018.

UNESCO. Declaração de Salamanca: sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educativas especiais. Brasília, DF: UNESCO, 1994. Disponível em: http://portal.mec.gov. br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf Acesso em: 23 dez. 2018.

VIANNA, C. A. D. Do letramento aos letramentos: desafios na aproximação entre letramento acadêmico e letramento do professor. In: KLEIMAN, A. B.; ASSIS, J. A. (org.).Significados e ressignificações do letramento: desdobramentos de uma perspectiva sociocultural sobre a escrita. Campinas: Mercado das Letras, 2016. p. 27-59.

Published

2025-04-22

How to Cite

FACUNDO , Josiane Junia. Literacy and critical teaching of portuguese as a second language for the deaf: possible pathways. Entretextos, Londrina, v. 25, n. 1, p. 383–401, 2025. DOI: 10.5433/1519-5392.2025v25n1p383-401. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/article/view/51206. Acesso em: 13 mar. 2026.