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A formação de professores de PLE na Universidade Federal do Espírito Santo: considerações e encaminhamentos

Resumo

O objetivo deste artigo consistiu em analisar como ocorreram alguns dos processos de formação de professores de Português Língua Estrangeira (PLE) na Universidade Federal do Espírito Santo no período de 2014 a 2019. Para tanto, nos pautamos em estudos sobre políticas linguísticas (RAJAGOPALAN, 2013a, 2013b, 2018), formação docente (SILVA; LIMA, 2019) e currículo (VEIGA-NETO, 2021) para tecer nossas considerações e análises. Os dados foram gerados por meio de entrevistas semiestruturadas com sujeitos que participaram de ações voltadas ao ensino e à formação docente de PLE na instituição. Além disso, realizamos a análise de documentos necessários para a compreensão desse cenário nesse recorte temporal. Os resultados revelam que há iniciativas do Departamento de Línguas e Letras e do Núcleo de Línguas da Ufes para a formação docente de PLE. No entanto, tais iniciativas foram consideradas como reativas e fragmentadas, o que aponta para a carência de institucionalização do PLE nessa universidade. Esperamos que, ao discutir as vivências sobre a formação docente de PLE em um contexto específico, este trabalho possa apresentar encaminhamentos para o campo de PLE, destacando a necessidade de políticas linguísticas institucionais que contemplem as demandas do PLE e valorizando estudos sobre formação docente nesse cenário.

Palavras-chave

Português Língua Estrangeira, Políticas Linguísticas, Formação docente

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Biografia do Autor

Renata Rocha Vieira de Mello

Mestre em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal do Espírito Santo. Professora de Língua Portuguesa da Prefeitura Municipal de Vitória e do Serviço Social da Indústria (SESI-ES).

Cláudia Jotto Kawachi-Furlan

Pós-doutora em estudos da linguagem pela Universidade Estadual de Londrina. Doutora em Linguística da Universidade Federal de São Carlos. Professora da Universidade Federal do Espírito Santo.


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