Degradabilidade ruminal In Situ dos componentes nutritivos de alguns suplementos concentrados usados na alimentação de bovinos

Autores

  • Ana Paula de Souza Fortaleza Universidade Estadual de Londrina
  • Leandro das Dores Ferreira da Silva Universidade Estadual de Londrina
  • Edson Luis de Azambuja Ribeiro Universidade Estadual de Londrina
  • Rondineli Pavezzi Barbero Universidade Estadual de Londrina
  • Fernando Luiz Massaro Júnior Universidade Estadual de Londrina
  • Angelita Xavier dos Santos Universidade Estadual de Londrina
  • Valdecir de Souza Castro Universidade Estadual de Londrina
  • Filipe Alexandre Boscaro de Castro Universidade Estadual de Londrina

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2009v30n2p481

Palavras-chave:

Caroço de algodão, Co-produtos, Farelo de soja, Grão de girassol, Matéria orgânica, Matéria seca, Proteína bruta, Taxa de passagem, Torta de nabo forrageiro.

Resumo

As degradabilidades in situ da matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), fibra em detergente ácido (FDA) e da fibra em detergente neutro (FDN) do caroço de algodão integral (CAI), farelo de soja (FS), grão de girassol (GG), torta de nabo forrageiro (TN) e do milho triturado (MT) foram determinadas com a incubação de sacos de náilon no rúmen de cinco bovinos ½ sangue Simental-Zebu. As degradabilidades efetivas (DE) da matéria seca (MS) e da proteína bruta (PB) a taxa de passagem de 5%/h, foram, respectivamente, 40,93 e 48,95% para o caroço de algodão integral; 67,35 e 53,20% para o farelo de soja; 63,38 e 72,50% para o grão de girassol; 66,59 e 57,82 para torta de nabo forrageiro e 63,65 e 54,18% para o milho triturado. Por meio das taxas de fermentação dos diferentes componentes nutritivos determinadas neste experimento, pode-se concluir que a torta de nabo forrageiro tem potencial para substituir o farelo de soja como fonte protéica na alimentação de ruminantes; o grão de girassol apresenta elevada fração solúvel da proteína bruta e o teor de extrato etéreo presente no caroço de algodão pode afetar negativamente a degradação da matéria seca e da matéria orgânica deste alimento, principalmente quando este é fornecido triturado aos animais.

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Biografia do Autor

Ana Paula de Souza Fortaleza, Universidade Estadual de Londrina

Zootecnista, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal da Universidade Estadual de Londrina – UEL, bolsista do CNPq.

Leandro das Dores Ferreira da Silva, Universidade Estadual de Londrina

Professor Doutor do Departamento de Zootecnia da Universidade Estadual de Londrina – UEL.

Edson Luis de Azambuja Ribeiro, Universidade Estadual de Londrina

Professor Doutor do Departamento de Zootecnia da Universidade Estadual de Londrina – UEL.

Rondineli Pavezzi Barbero, Universidade Estadual de Londrina

Zootecnista, graduado pela Universidade Estadual de Londrina – UEL.

Fernando Luiz Massaro Júnior, Universidade Estadual de Londrina

Zootecnista, graduado pela Universidade Estadual de Londrina – UEL.

Angelita Xavier dos Santos, Universidade Estadual de Londrina

Zootecnista, graduado pela Universidade Estadual de Londrina – UEL.

Valdecir de Souza Castro, Universidade Estadual de Londrina

Mestrandos do Programa de Pós Graduação em Ciência Animal da Universidade Estadual de Londrina.

Filipe Alexandre Boscaro de Castro, Universidade Estadual de Londrina

Mestrandos do Programa de Pós Graduação em Ciência Animal da Universidade Estadual de Londrina.

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Publicado

2009-07-21

Como Citar

Fortaleza, A. P. de S., Silva, L. das D. F. da, Ribeiro, E. L. de A., Barbero, R. P., Massaro Júnior, F. L., Santos, A. X. dos, Castro, V. de S., & Castro, F. A. B. de. (2009). Degradabilidade ruminal In Situ dos componentes nutritivos de alguns suplementos concentrados usados na alimentação de bovinos. Semina: Ciências Agrárias, 30(2), 481–496. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2009v30n2p481

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