Entre a eficiência algorítima e o processo justo: a inteligência artificial como auxiliar de decisão judicial

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5433/1980-511X.2026.v21.56123

Palavras-chave:

Inteligência Artificial, Decisão Judicial, Garantias Processuais, Explicabilidade, Supervisão Humana

Resumo

A inteligência artificial amplia a capacidade de processamento dos tribunais e auxilia na análise de grandes volumes de dados, mas seu emprego na atividade jurisdicional não pode ser avaliado apenas pela eficiência. Com base no capítulo “A inteligência artificial como auxiliar das decisões judiciais”, o texto examina as condições jurídicas do auxílio algorítmico à decisão judicial, com ênfase na transparência, explicabilidade, igualdade de armas e supervisão humana. A análise conclui que, quanto maior a influência do sistema sobre a prova ou o mérito da causa, mais rigorosas devem ser as garantias de acesso, auditoria e impugnação. A tecnologia pode aperfeiçoar o trabalho judicial, mas não substitui a fundamentação nem a responsabilidade humana pelo julgamento do caso concreto.

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Biografia do Autor

Ana Paula Frazzatti de Lima Nunes, Centro Universitario Toledo

Especialista em Comunicação Jornalística com ênfase em Comunicação Institucional e Empresarial pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Graduanda em Direito pelo Centro Universitário Toledo Wyden, Brasil.

José Ricardo Suter, Universidade Estadual de Londrina

Doutor em Direito Negocial pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Advogado. Mediador Judicial e Extrajudicial. Professor e Coordenador do Curso de Direito do Unitoledo Wyden, Araçatuba, São Paulo, Brasil.

Referências

SAMPAIO, Elisa Alfaia; GOMES, Paulo Jorge. A inteligência como auxiliar das decisões judiciais. In: GUIMARÃES, Maria Raquel; PEDRO, Rute Teixeira (coord.). Direito e inteligência artificial. Coimbra: Edições Almedina, 2023. p. 203-227.

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Publicado

2026-09-30

Como Citar

Nunes, A. P. F. de L., & Suter, J. R. (2026). Entre a eficiência algorítima e o processo justo: a inteligência artificial como auxiliar de decisão judicial. Revista Do Direito Público, 21(1), e56123. https://doi.org/10.5433/1980-511X.2026.v21.56123