Teatro y Censura en el Brasil del Siglo XIX: Algunas notas para un posible debate
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-3356.2025v18n35p41-57Palabras clave:
Teatro, Siglo XIX, Ensayo bibliográficoResumen
El presente artículo tiene como objetivo presentar un balance de los estudios sobre la censura teatral en el Brasil del siglo XIX. Se toma como punto de partida la publicación del ensayo Censores de Pincenê y Gravata: dos momentos de la censura teatral en Brasil, en los años 1980, que se convirtió en un referente para las investigaciones en este campo. Se destaca la diversidad de temas que dichos estudios han explorado desde entonces y la riqueza de un área de investigación que aún ofrece mucho por explorar.
Descargas
Citas
AREAS, Vilma Sant'Anna. Na tapera de Santa Cruz: uma leitura de Martins Pena. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 1987.
AZEVEDO, Elizabeth Ribeiro. Joana Paula Manso de Noronha: Uma dramaturga no teatro brasileiro do século XIX (1840-1859). Urdimento, Florianópolis, v. 2, n. 41, p. 1-24, set. 2021. DOI: https://doi.org/10.5965/1414573102412021e0203
BASTOS, Fernanda Vilela. Quando os intelectuais “roubam a cena”: o Conservatório Dramático da Bahia e sua missão “civilizatória” (1855-1875). 2014. Dissertação (Mestrado em História Social) - Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2014.
BOSI, Alfredo. Ideologia e Contra ideologia. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
CHALHOUB, Sidney. Machado de Assis historiador. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
CHARTIER, Roger. A história cultural entre práticas e representações. Lisboa: DIFEL, 1990.
COSTA LIMA JÚNIOR, Luiz. A vitória das coristas francesas sobre a diretoria do Teatro de São Pedro de Alcântara (1850-1853). Revista Sala Preta, São Paulo, v. 22, n. 2, p. 86-113, 2023. DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v22i2p85-113
DARNTON, Robert. O grande massacre de gatos e outros episódios da história cultural francesa. Rio de Janeiro: Graal, 1986.
FARIA, João Roberto. José de Alencar e o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1987.
FARIA, João Roberto. Machado de Assis do teatro: textos críticos e escritos diversos. São Paulo: Perspectiva, 2008.
FARIA, João Roberto. Teatro e escravidão no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 2022.
FISHER, Luís Augusto. Ideias fora de qual lugar? Estudos sobre as possibilidades de extrapolação da tese de Roberto Schwarz para outros tempos e espaços. ArtCultura, Uberlândia, v. 23, n. 42, p. 209-224, jan./jun. 2021. DOI: https://doi.org/10.14393/artc-v23-n42-2021-61861
FRANCO, Maria Sylvia de Carvalho. As ideias estão no lugar. São Paulo: Brasiliense, 1976. (Cadernos CEBRAP, v. 1).
GARCIA, Miliandre; SOUZA, Silvia Cristina Martins de. Um caso de polícia: a censura teatral no Brasil dos séculos XIX e XX. Londrina: EDUEL, 2019.
GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes: o cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela Inquisição. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
GIRON, Juiz Antônio. Minoridade Crítica: a ópera e o teatro nos folhetins da Corte. São Paulo: EDUSP, 2004.
GODOI, Rodrigo Camargo. “Altamente literário” e “altamente moral”: Machado de Assis e o Conservatório Dramático Brasileiro (1859-1864). Olho d’água, São José do Rio Preto, v. 1, n. 2, p. 109-124, 2009.
GOMES, Ângela de Castro. Questão social e historiografia no Brasil do pós- 1980: notas para um debate. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, n. 34, p. 157-186, jul./dez. 2004.
GRANJA, Lúcia. À roda dos jornais (e teatros): Machado de Assis, escritor em formação. 1997. Tese (Doutorado em Teoria Literária) - Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1997.
KHÉDE, Sônia. Salomão. Censores de pincenê e gravata: dois momentos da censura teatral no Brasil. Rio de Janeiro: CODECRI, 1981.
LEMOS, Valéria Ponto. Os exames censórios do Conservatório Dramático Brasileiro: inventário analítico. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2014.
LEVIN, Orna M. A crônica e a cena. Considerações sobre o teatro na imprensa do Rio de Janeiro no século XIX. Revista da Anpoll, Campinas, n. 38, p. 125-134, jan./jun. 2015. DOI: https://doi.org/10.18309/anp.v1i38.841
LOPES, Antônio Herculano. Vasques, uma sensibilidade excêntrica. Nuevo Mundos Mundos Nuevos, Aubervilliers, v. 7, p. 36-76, 2007. DOI: https://doi.org/10.4000/nuevomundo.3676
MARZANO, Andrea Cidade em cena: o ator Vasques, o teatro e o Rio de Janeiro (1838-1892). Folha Seca: Rio de Janeiro, 2008.
MEDEIROS, Múcio. O conservatório dramático Brasileiro como projeto civilizatório: a retórica da cena e do censor no teatro imperial. 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010.
MENCARELLI, Fernando Antônio. A voz e a partitura: teatro musical, indústria e diversidade cultural no Rio de Janeiro (1868-1898). 2003. Tese (Doutorado em História) - Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2003.
MENCARELLI, Fernando. O cartel dos tablados no Rio de Janeiro do século XIX: a empresa teatral internacional. In: WERNECK, Maria Helena; REIS, Ângela de Castro (org.). Rotas de teatro entre Portugal e Brasil. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2012
MONTEIRO, Valéria Cristina. A querela anticlerical no palco e na imprensa: os Lazaristas. 2006. Dissertação (Mestrado em Teoria e História Literária) - Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2006.
PAIXÃO, Múcio da. O theatro no Brasil. Rio de Janeiro: Brasília Editora, 1930.
PARANHOS, Kátia Rodrigues; FERREIRA, Ronyere; NASCIMENTO, Francisco Assis de Sousa (org.). Teatro e Censura: intersecções entre arte e política no Ocidente. Teresina: Cancioneiro, 2022.
PENNA-FRANCA, Luciana. Teatro amador no Rio de Janeiro: associativismo dramático na construção da cidadania. Topoi, Rio de Janeiro, v. 19, n. 39, p. 95- 121, set./dez. 2018. DOI: https://doi.org/10.1590/2237-101x01903905
REIS, Ângela de Castro. Contexto social, atuação e imagem pública de uma atriz no teatro brasileiro na virada do século XIX: Cinira Polonio. Urdimento, Florianópolis, v. 2, n. 21, p. 32-38, dez. 2013. DOI: https://doi.org/10.5965/1414573102212013032
RICUPERO, Bernardo. O lugar das ideias: Roberto Schwarz e seus críticos. Sociologia & Antropologia, Rio de Janeiro, v. 3, n. 6, p. 526-556, 2017. DOI: https://doi.org/10.1590/2238-38752013v368
RONDINELLI, Bruna. Lágrimas e Mitos: traduções e apropriações do melodrama francês no Brasil (1830-1910). 2017. Tese (Doutorado em Teoria e História Literária) - Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2017.
SALOMÃO, Sônia Netto. A censura em dois tempos. In: GARCIA, Miliandre; SOUZA, Silvia Cristina Martins de. Um caso de polícia: a censura teatral no Brasil dos séculos XIX e XX. Londrina: EDUEL, 2019. p. 11-19.
SALOMÃO, Sônia Netto. Duas palavras e um testemunho. Fragmentum, Santa Maria, n. 45, p. 145-146, abr./jun. 2015. DOI: https://doi.org/10.5902/20747
SAMPAIO, Josiane Nunes Machado. A política invade a cena: vida teatral no Rio de Janeiro entre 1831-1848. 2017. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal do Estado de São Paulo, São Paulo, 2017.
SANTOS, Andreia Carvalho dos. O espectador da Corte: palco e plateia em tempos de formação (1838-1868). 2017. Tese (Doutorado em Ciência da Literatura) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017.
SCHWARCZ, Roberto: Ao vencedor as batatas. São Paulo: Duas Cidades,1988.
SILVA, Francielli A. da Silva. Machado de Assis como censor dramático. Sínteses, Unicamp, v. 7, p. 247-254, 2002.
SILVA, Luciane Nunes da. O conservatório dramático brasileiro e os ideais de arte, moralidade e civilidade no século XIX. 2006. Tese (Doutorado em Letras) - Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro, 2006.
SILVA, Raquel Barroso. A companhia teatral fênix dramática: teatro ligeiramente nacional no Rio de Janeiro entre as décadas de 1860 e 1870. 2016. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 2016.
SOUSA, José Galante de. O teatro no Brasil. Rio de Janeiro: MEC: INL, 1960.
SOUZA, Silvia Cristina Martins de. “Um atentado à liberdade de pensamento”: censura e teatro na segunda fase do Conservatório Dramático Brasileiro (1871- 1897). Revista Tempo, São Paulo, v. 23, p. 43-65, jan./abr. 2017. DOI: https://doi.org/10.1590/tem-1980-542x2017v230103
SOUZA, Silvia Cristina Martins de. As noites do ginásio: teatro e tensões culturais na corte (1832-1888). Campinas: Unicamp, 2002.
SOUZA, Silvia Cristina Martins de. O 7 de setembro na dramaturgia brasileira oitocentista: Disputas de sentido e de interpretação em torno da independência. In: NUNES, João Paulo A.; ABREU, Luciano A.; SOUZA, Miliandre G.; MAIA, Tatiana de A. (org.). A independência e o Brasil independente. Porto Alegre: PUCRS, 2019.
STARK, Andrea Carvalho. A mulher ausente: a presença de Maria Velluti (1827- 1891) no teatro brasileiro. Urdimento, Florianópolis, v. 1, n. 34, p. 280-305, mar./ abr. 2019. DOI: https://doi.org/10.5965/1414573101342019280
THOMPSON, Edward P. A formação da classe operária. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Silvia Cristina Martins de Souza

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
A Revista Antíteses adota política de acesso aberto e incentiva a ampla circulação do conhecimento científico. Os autores mantêm os direitos autorais sobre seus trabalhos publicados no periódico.
Os artigos são publicados sob a licença Creative Commons Attribution (CC BY 4.0), que permite compartilhar (copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato) e adaptar (remixar, transformar e criar a partir do material), inclusive para fins comerciais, desde que seja devidamente atribuída a autoria.
Ao submeter um manuscrito à revista, os autores autorizam a publicação na Revista Antíteses e concordam com a sua publicização em nosso periódico, mantendo a titularidade dos direitos autorais sobre o trabalho.
A Revista Antíteses incentiva os autores a depositarem e divulgarem seus trabalhos publicados em repositórios institucionais, repositórios temáticos, páginas pessoais ou redes acadêmicas, como forma de ampliar a visibilidade e o impacto da produção científica. Nesses casos, recomenda-se que seja preferencialmente indicado o link de acesso ao artigo diretamente na página da revista, garantindo a identificação da publicação original.
Essa política busca promover a circulação do conhecimento científico, respeitando os princípios do acesso aberto e da atribuição adequada da autoria.
A Revista Antíteses oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público contribui para a democratização do saber





