A centralidade da participação popular na gestão da Educação Integral da Sexualidade (EIS) em Cuba

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-4842.2026.v29.53496

Palavras-chave:

Educação sexual, Participação popular, Movimento de mulheres, Cuba

Resumo

A Revolução Cubana trouxe consigo uma nova concepção de participação popular e estruturação de políticas públicas, sendo educação e saúde áreas estratégicas. As mulheres organizadas na Federação de Mulheres Cubanas (FMC) se debruçaram sobre suas temáticas de interesse impulsionando o Estado em atender suas necessidades. Dentre elas, a área da educação sexual. O presente artigo busca refletir acerca da importância da participação popular na proposta de trabalho feita por dirigentes do Centro Nacional de Educação Sexual (CENESEX) de Cuba às Assembleias Municipais do Poder Popular1 para a gestão da educação integral da sexualidade (EIS) no marco do desenvolvimento local comunitário. As reflexoes contidas nesse texto partem de uma pesquisa de doutorado com período sanduíche realizado em Cuba entre 2021 e 2022. Nos valeremos, neste artigo, de pesquisa bibliográfica e documental em torno da temática, além de entrevistas em profundidade realizadas com referências na temática. Considera-se que a participação popular é chave para o avanço da EIS, que tem como dificultador, o bloqueio estadunindense, as raízes patriarcais na ilha e os desafios no trabalho intersetorial a partir do território.

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Biografia do Autor

Nayara André Damião, Universidade Estadual de Londrina

Doutorado em Serviço Social e Política Social pela Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil. Assistente Social na Prefeitura Municipal de Londrina.

Fabrício Alves Negrão, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Bacharel em Física e Direito pela Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.

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Publicado

03-06-2026

Como Citar

DAMIÃO, Nayara André; NEGRÃO, Fabrício Alves. A centralidade da participação popular na gestão da Educação Integral da Sexualidade (EIS) em Cuba. Serviço Social em Revista, [S. l.], v. 29, n. 2, p. e53496, 2026. DOI: 10.5433/1679-4842.2026.v29.53496. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/ssrevista/article/view/53496. Acesso em: 12 jun. 2026.