Estoques de carbono e nitrogênio sob diferentes condições de manejo de um Argissolo Vermelho Amarelo, cultivado com milho doce nos tabuleiros costeiros de Sergipe
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2012v33n6p2075Palavras-chave:
Carbono, Nitrogênio, Plantas de sucessão.Resumo
O objetivo deste estudo foi analisar o efeito de diferentes sistemas de cultivo com plantas de cobertura em sucessão ao milho doce (Zea mays L.) no estoque de C e N do solo, em experimento de longa duração conduzido em um Argissolo Vermelho-Amarelo nos Tabuleiros Costeiros no Estado de Sergipe. Utilizou-se um sistema de faixas experimentais sob parcelas subdivididas, compostos por 12 tratamentos que associam três manejos de solos (parcelas), compostas por sistema de cultivo convencional (CC), cultivo mínimo (CM) e o sistema plantio direto (PD) e, como subparcelas, quatro plantas, sendo duas comerciais [amendoim (Arachis hypogeae), feijão (Phaseolus vulgaris) e duas de cobertura: [guandu (Cajanus cajan) e crotalária (Crotalaria juncea)], com três repetições. No Plantio Direto houve um maior incremento do carbono orgânico total em comparação aos outros sistemas de manejo.Os sistemas Plantio Direto e Cultivo Mínimo foram os que mais contribuíram para o aumento dos teores de nitrogênio total no solo. As plantas de cobertura feijão, amendoim e guandu proporcionaram maiores estoques de carbono, dentro do sistema Plantio Direto. No Cultivo Mínimo o guandu proporcionou maiores estoques de nitrogênio. Os sistemas Plantio Direto e Cultivo Mínimo apresentaram os maiores estoques de carbono e nitrogênio respectivamente, em comparação ao Cultivo convencional, contribuindo para uma melhor sustentabilidade agrícola.
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