Rastreamento de fontes da contaminação microbiológica do leite cru durante a ordenha em propriedades leiteiras do Agreste Pernambucano
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Palavras-chave

Qualidade
Microrganismos indicadores
Higiene de ordenha.

Como Citar

Silva, L. C. C. da, Beloti, V., Tamanini, R., d'Ovidio, L., Mattos, M. R. de, Arruda, A. M. C. T. de, & Pires, E. M. F. (2011). Rastreamento de fontes da contaminação microbiológica do leite cru durante a ordenha em propriedades leiteiras do Agreste Pernambucano. Semina: Ciências Agrárias, 32(1), 267–276. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2011v32n1p267

Resumo

Os procedimentos empregados na ordenha são determinantes para a obtenção de leite de boa qualidade microbiológica. O estudo dos grupos de microrganismos contaminantes permite identificar sua origem, o que possibilita a adoção de medidas de controle de forma a atender os padrões estabelecidos pela legislação. O objetivo deste trabalho foi determinar os principais pontos de contaminação microbiológica do leite durante a ordenha. Para isso foram enumerados microrganismos aeróbios mesófilos (AM), psicrotróficos (PS), Estafilococos coagulase positiva (ECP), coliformes totais (CT) e Escherichia coli (EC) em diferentes pontos da ordenha em seis propriedades leiteiras e em um resfriador comunitário no Agreste Pernambucano, entre agosto e setembro de 2005. Constatou-se baixa qualidade microbiológica do leite indicada pelas altas contagens dos grupos de microrganismos pesquisados. As contagens médias de microrganismos nas amostras de leite nas propriedades leiteiras foram 8,3 x 106 (AM), 2,6 x 107 (PS), 1,3 x 104 (ECP), 2,5 x 105 (CT) e 3,7 x 103 (EC). No leite coletado no resfriador comunitário as contagens foram 6,1 x 107 (AM), 3,4 x 107 (PS), 6,5 x 104 (ECP), > 1,5 x 104 (CT) e 2,0 x 103 (EC). Os pontos de maior contaminação identificados foram água residual do latão, fundo do latão, resfriador, tetos, três primeiros jatos de leite, teteiras, balde e mãos do ordenhador, sendo a principal causa da contaminação do leite o emprego inadequado ou a ausência de boas práticas de higiene na ordenha.

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2011v32n1p267
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Copyright (c) 2011 Livia Cavaletti Corrêa da Silva, Vanerli Beloti, Ronaldo Tamanini, Loredana d'Ovidio, Marcos Rodrigues de Mattos, Ana Maria Camelo Travassos de Arruda, Edleide Maria Freitas Pires

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