Respostas agronômicas e nutricionais de capim elefante Carajas adubado com ureia protegida e não protegida
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Palavras-chave

Bromatologia
Componentes da biomassa
Fluxo de biomassa
Pennisetum purpureum x Pennisetum glaucum
Ureia
Ureia protegida.

Como Citar

Alves, F. G. da S., Carneiro, M. S. de S., Edvan, R. L., Cândido, M. J. D., Furtado, R. N., Pereira, E. S., … Nascimento, K. dos S. (2018). Respostas agronômicas e nutricionais de capim elefante Carajas adubado com ureia protegida e não protegida. Semina: Ciências Agrárias, 39(5), 2181–2194. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2018v39n5p2181

Resumo

Objetivou-se avaliar as respostas agronômicas e nutricionais do capim elefante cultivar Carajas submetido à adubação com ureia protegida e convencional. Adotou-se o delineamento em blocos casualizado com arranjo fatorial 4x2+1. Os tratamentos constituíram-se por quatro doses (100; 200; 400 e 800 kg N ha-1) e duas fontes de nitrogênio (ureia convencional e protegida) e um tratamento adicional sem fertilidade. O experimento foi conduzido durante os meses de outubro de 2015 a março de 2016, em uma região com clima semiárido e em um solo do tipo latossolo amarelo distrófico. A aplicação da ureia convencional foi de acordo com o número de cortes por ano e a ureia protegida foi em dose única. As taxas de senescência total (TST), alongamento de folha e colmo, altura, densidade de perfilhos, biomassa de forragem total, biomassa de lâmina verde, de colmo e matéria seca elevaram-se com aumento das doses de N. O filocrono, a relação material vivo/morto e a eficiência agronômica reduziram. As plantas adubadas com ureia protegida apresentaram maior TST e filocrono. A matéria mineral foi maior em plantas adubadas com a ureia convencional. Fibra em detergente neutro apresentou valor máximo na dose 437,63 kg N ha-1. A ureia protegida apresentou maior valor para relação folha/colmo na dose 400 kg N ha-1, enquanto extrato etéreo e proteína bruta na dose 800 kg N ha 1. Maiores valores de proteína bruta foram observados em plantas adubadas com a ureia convencional na dose 100 kg N ha-1. A morfogênese, estrutura, produção e composição química do capim-elefante cv. Carajas são influenciadas positivamente quando as doses de nitrogênio foram aumentadas, sendo recomendado o uso da dose 400 kg N ha-1 para ambas as fontes. Recomenda-se utilizar a ureia protegida por apresentar liberação lenta e única aplicação.
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2018v39n5p2181
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