Efeito da densidade de criação e do grupo genético sobre a composição mineral e desenvolvimento de ossos longos de frangos de corte

Autores

  • Andréia Fróes Galuci Oliveira Universidade Estadual de Maringá
  • Luís Daniel Giusti Bruno Universidade Estadual do Oeste do Paraná
  • Elias Nunes Martins Universidade Estadual de Maringá
  • Elis Regina de Moraes Garcia Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
  • Ana Carolina Monteiro Universidade Estadual de Maringá
  • Meiby Carneiro de Paula Leite Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
  • Paulo César Pozza Universidade Estadual de Maringá
  • Cleiton Pagliari Sangali Universidade Estadual do Oeste do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2014v35n2p1023

Palavras-chave:

Desenvolvimento, Fêmur, Frangos de corte, Tíbia, Úmero.

Resumo

O objetivo do trabalho foi avaliar a composição mineral, volume, resistência e densidade óptica radiográfica dos ossos longos (úmero, tíbia e fêmur) de frangos de corte de três grupos genéticos e duas densidades de alojamento. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado em um esquema fatorial 3 x 2, em parcelas subdivididas, sendo os fatores principais os três grupos genéticos (Isa Label JA57, Ross 308 e Hybro PG) e as duas densidades de alojamento (10 e 16 aves/ m2), e as subparcelas as idades de coleta dos ossos (7 semanas), totalizando deste modo seis tratamentos com cinco repetições cada um num total de 30 unidades experimentais. Os resultados deste trabalho apontaram que não houve diferenças significativas para as características avaliadas com exceção da resistência da tíbia para o grupo Isa Label JA57. O volume ósseo apresentou-se crescente com a idade da ave; já a resistência à quebra e densidade óptica radiográfica para a maioria dos tratamentos avaliados decresceram dos 28 aos 35 dias. O teor de minerais dos ossos avaliados para todos os tratamentos mostrou-se crescente nas três primeiras semanas, decrescendo no final do período experimental. O modelo de desenvolvimento ósseo foi o mesmo para todos os grupos genéticos, apesar da densidade de criação adotada, mostrando que os frangos de corte possuem uma curva padrão de crescimento ósseo, que não é afetada pelo grupo genético ou pela densidade de criação.

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Biografia do Autor

Andréia Fróes Galuci Oliveira, Universidade Estadual de Maringá

Profª do Curso de Agronomia, Unidade de Cassilândia da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, UEMS, Cassilândia, MS.

Luís Daniel Giusti Bruno, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Prof. do Centro de Ciências Agrárias, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, Marechal Cândido Rondon, PR.

Elias Nunes Martins, Universidade Estadual de Maringá

Profª da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, UEMS, Unidade Universitária de Aquidauana, Aquidauana, MS.

Elis Regina de Moraes Garcia, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

Profª do Deptº de Zootecnia, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, UFRB, Cruz das Almas, BA.

Ana Carolina Monteiro, Universidade Estadual de Maringá

Profª do Curso de Agronomia, Unidade de Cassilândia da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, UEMS, Cassilândia, MS.

Meiby Carneiro de Paula Leite, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Profª Drª do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas, CCAAB, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, UFRB, Cruz das Almas, BA.

Paulo César Pozza, Universidade Estadual de Maringá

Prof. do Deptº de Zootecnia, Universidade Estadual de Maringá, UEM, Maringá, PR.

Cleiton Pagliari Sangali, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Prof. do Centro de Ciências Agrárias, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, Marechal Cândido Rondon, PR.

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Publicado

2014-04-28

Como Citar

Oliveira, A. F. G., Bruno, L. D. G., Martins, E. N., Garcia, E. R. de M., Monteiro, A. C., Leite, M. C. de P., Pozza, P. C., & Sangali, C. P. (2014). Efeito da densidade de criação e do grupo genético sobre a composição mineral e desenvolvimento de ossos longos de frangos de corte. Semina: Ciências Agrárias, 35(2), 1023–1034. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2014v35n2p1023

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