Publicado 2012-05-01
Palavras-chave
- Fotografia,
- Estética,
- Chema Madoz,
- Surrealismo.
Como Citar
Eduardo, A. G. de P., & Teodoro, D. C. (2012). Janelas do olhar: minúcias oníricas em Chema Madoz. Domínios Da Imagem, 6(10), 43–52. https://doi.org/10.5433/2237-9126.2012v6n10p43
Resumo
O nome do fotógrafo espanhol Chema Madoz ganhou fama e reconhecimento nas últimas décadas, como uma espécie de surrealista deslocado no tempo. Sua arte se caracteriza pela natureza morta, pelas brincadeiras visuais, pela ambiguidade e por permitir diversas interpretações, sempre no limiar entre o fotográfico e o pictórico. Neste pequeno artigo propomos comentar sua obra e sua estética, exemplificando com a análise de um de seus mais famosos retratos.
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Referências
BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1994.
DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
FLUSSER, Vilém. Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002.
KOSSOY, Boris, Fotografia e história. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001.
MADOZ, Chema. Chema Madoz. Madrid: Ediciones Aldeasa, 2007.
SIMÃO, Selma Machado. Arte híbrida: entre o pictórico e o fotográfico. São Paulo: Editora UNESP, 2008.
TODOROV, Tzvetan. As estruturas narrativas. São Paulo: Perspectiva, 2006.
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