Os games e a sua aproximação com o campo educativo
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-3356.2024v17n34p264-288Palavras-chave:
Jogos digitais, Aprendizagem, Tecnologia educacional, Motivação, PedagogiaResumo
Pretendemos lançar luz sobre o potencial dos jogos digitais como ferramentas pedagógicas, destacando suas contribuições para o processo de ensino-aprendizagem. Nossa análise explora como os games podem favorecer o desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e emocionais, aproximando-se de práticas educativas inovadoras e colaborativas. Além disso, discutimos o papel do docente na mediação dessas tecnologias, considerando os desafios e as oportunidades inerentes à integração dos jogos no contexto escolar.
Downloads
Referências
ANTUNES, Jeferson. Ciência dos jogos e a educação: o que entendemos por jogos? In: ALMEIDA, Marcos Teodorico Pinheiro de et al. (org.). Cultura lúdica híbrida: práticas inovadoras. Fortaleza: Nexus, 2020. p. 43-64.
BOOT, W. R.; KRAMER, A. F.; SIMONS, D. J.; FABIANE, M. A.; GRATTON, G. The effects of video game playing on attention, memory, and executive control. Acta Psychologica, Amsterdam, v. 129, n. 3, p. 387-398, 2008. DOI: https://doi.org/10.1016/j.actpsy.2008.09.005. DOI: https://doi.org/10.1016/j.actpsy.2008.09.005
BROUGÈRE, Gilles. Jogo e educação. Porto Alegre: Artmed, 1998.
COSTA, Leandro Demenciano. O que os jogos de entretenimento têm que os educativos não têm: 7 princípios para projetar jogos. Rio de Janeiro: 2AB, 2010.
COSTA, M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. São Paulo: Editora XYZ, 2013.
DIAMOND, A. Executive functions. Annual Review of Psychology, San Mateo, v. 64, p. 135-168, 2013. DOI: https://doi.org/10.1146/annurev-psych-113011-143750. DOI: https://doi.org/10.1146/annurev-psych-113011-143750
DIAMOND, A.; LEE, K. Interventions Shown to Aid Executive Function Development in Children 4 to 12 Years Old. Science, Washington, v. 333, n. 6045, p. 959-964, 2011. DOI 10.1126/science.1204529 DOI: https://doi.org/10.1126/science.1204529
DYE, M. W. G.; BAVELIER, D. Differential development of visual attention skills in school-age children. Vision Research, Kidlington, v. 50, n. 4, p. 452-459, 2010. DOI: https://doi.org/10.1016/j.visres.2009.10.010. DOI: https://doi.org/10.1016/j.visres.2009.10.010
FENG, J.; SPENCE, I.; PRATT, J. Playing an action video game reduces gender differences in spatial cognition. Psychological Science, New York, v. 18, n. 10, p. 850-855, 2007. DOI: 10.1111/j.1467-9280.2007.01990.x DOI: https://doi.org/10.1111/j.1467-9280.2007.01990.x
FORQUIN, Jean-Claude. Escola e cultura: as bases sociais e epistemológicas do conhecimento escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.
GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre: ARTMED, 2000. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-88392000000200002
GATTI, Bernadette A. Habilidades cognitivas e competências sociais. Santiago de Chile: Unesco Regional Office for Education in Latin America and the Caribbean, 1997.
GREEN, E. L. Cognition and Emotion: From Order to Disorder. Londres: Psychology Press, 2000.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Brinquedos e brincadeiras na educação infantil. In: SEMINÁRIO NACIONAL: CURRÍCULO EM MOVIMENTO - PERSPECTIVAS ATUAIS. 1., 2010, Belo Horizonte. Anais [...]. [S. l.: s. n.], 2010.
LI, R.; POLLATSEK, A.; FARRELL, M.; SIMONS, D. Eye fixations in natural tasks: a study of driving. Perception, [London], v. 39, p. 14-24, 2010.
MATLIN, M. W. Cognição. 6. ed. Hoboken: John Wiley & Sons, 2004.
OECD - ORGANISATION FOR ECONOMIC CO-OPERATION AND DEVELOPMENT. Education at a Glance 2021: OECD Indicators. Paris: OECD Publishing, 2021.
PRENSKY, M. Ensinando Nativos Digitais: Parcerias para o Aprendizado Real. Thousand Oaks: Corwin, 2010.
RAMOS, Daniela Karine et al. O uso de jogos cognitivos no contexto escolar: contribuições às funções executivas. Psicologia Escolar e Educacional, São Paulo, v. 21, n. 2, p. 265-275, 2017. DOI: https://doi.org/10.1590/2175-3539201702121113
RAMOS, G. Jogos Cognitivos: o uso de jogos no desenvolvimento infantil. São Paulo: Editora Unesp, 2013a.
RAMOS, G. Desafios e estratégias nos jogos digitais educativos. São Paulo: Editora Senac, 2013b.
RIVOLTELLA, Pier Cesare. Educação midiática: da teoria à prática pedagógica. São Paulo: Loyola, 2006.
ROGOFF, Barbara. A participação guiada no desenvolvimento cognitivo. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
SAKUDA, Luiz Ojima.; FORTIM, Ivelise (org.). II Censo da Indústria Brasileira de Jogos Digitais. Ministério da Cultura: Brasília, 2018.
SCHUYTEMA, P. Game Design: a practical approach. Boston: Charles River Media, 2011
SPREEN, O.; STRAUSS, E. A Compendium of Neuropsychological Tests: Administration, Norms, and Commentary. 2nd ed. New York: Oxford University Press, 1998.
SUTTON-SMITH, Brian. The Ambiguity of Play. British Journal of Educational Studies, [London], v. 46, n. 4, p. 482-485, 1998.
TUFTE, C.; CHRISTENSEN, L. Mídia-Educação - entre a teoria e a prática. Perspectiva, Florianópolis, v. 27, n. 1, p. 97-118, jan./jun. 2009. DOI: https://doi.org/10.5007/2175-795X.2009v27n1p97
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Douglas Manoel Antonio de Abreu Pestana dos Santos

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
A Revista Antíteses adota política de acesso aberto e incentiva a ampla circulação do conhecimento científico. Os autores mantêm os direitos autorais sobre seus trabalhos publicados no periódico.
Os artigos são publicados sob a licença Creative Commons Attribution (CC BY 4.0), que permite compartilhar (copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato) e adaptar (remixar, transformar e criar a partir do material), inclusive para fins comerciais, desde que seja devidamente atribuída a autoria.
Ao submeter um manuscrito à revista, os autores autorizam a publicação na Revista Antíteses e concordam com a sua publicização em nosso periódico, mantendo a titularidade dos direitos autorais sobre o trabalho.
A Revista Antíteses incentiva os autores a depositarem e divulgarem seus trabalhos publicados em repositórios institucionais, repositórios temáticos, páginas pessoais ou redes acadêmicas, como forma de ampliar a visibilidade e o impacto da produção científica. Nesses casos, recomenda-se que seja preferencialmente indicado o link de acesso ao artigo diretamente na página da revista, garantindo a identificação da publicação original.
Essa política busca promover a circulação do conhecimento científico, respeitando os princípios do acesso aberto e da atribuição adequada da autoria.
A Revista Antíteses oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público contribui para a democratização do saber





