Contra Mola que Resiste: análise ontológica do trabalho da assistente social em tempos de crise civilizatória (do capital)
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-4842.2026.v29.53674Palavras-chave:
Crise do capital, Crise Civilizatória, Exercício profissional da assistente social, Fundamentos Ontológicos, Competência profissionalResumo
A crise capitalista se apresenta como crise civilizatória e caminha a passos largos na agudização da barbárie. No bojo da polarização da luta de classes, este artigo tem por objetivo debater os fundamentos ontológicos da competência profisional da assistente social vinculada aos interesses da classe trabalhadora. Para tanto, apresentamos o estudo bibliográfico pautado na tradição marxista, notadamente Marx (2011), Lukács (2013), Mészáros (2009, 2011), Heller (2008) e Zetkin (2019). Analisaremos aqui a natureza do trabalho da assistente social na atualidade histórica em que a destrutividade capitalista coloca em xeque a vida humana e delinearemos o conceito de competência profissional pautada nos interesses da classe trabalhadora que, para além de uso de técnicas neutras, atua no sentido teórico-prático de enfrentamento a exploração e opressões humanas, enfrentando os estranhamentos humanos, contrapondo-se a barbárie capitalista com intervenções profissionais pautadas na racionalidade, cientificidade e solidariedade de classes.
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