La inserción de personas en cumplimiento de pena y egresadas del sistema penitenciario en puestos de trabajo: las contradicciones del capital penal
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-4842.2026.v29.53537Palabras clave:
Trabajo, Personas egresadas, Sistema penitenciario, CapitalismoResumen
El presente artículo tiene como objetivo reflexionar sobre la inserción de personas egresadas del sistema penitenciario en puestos de trabajo, desde una perspectiva de garantía de derechos, evidenciando, en este proceso, las contradicciones del capital penal. Se trata de una investigación de naturaleza descriptiva y exploratoria basada en autores de referencia sobre el tema y en el análisis de las disposiciones legales relativas al trabajo realizado por personas privadas de libertad y egresadas del sistema penitenciario. Entre las contradicciones identificadas, se constató que, por un lado, el trabajo carcelario es un elemento que contribuye al proceso de reinserción social de la persona en cumplimiento de pena y/o egresada, contribuyendo a la garantía de derechos; por otro lado, como trabajo productivo realizado bajo condiciones particulares según lo previsto por la legislación penal, opera en la lógica de la reproducción ampliada de la tasa de ganancia del capital, convirtiendo su excedente en un tipo específico de capital — el capital penal.
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