Qualidade de Vida: Expressões Subjetivas e Histórico-Sociais
Keywords:
Quality of Life, Well-being, Subjectivity, GlobalizationAbstract
The present article argues relative questions to the term "quality of life", currently sufficiently spread out in such a way for the scientific ways, as for the media. In this direction, it searched to understand some inherent components, demonstrating that the same it is fruit of historical constructions, cultural and social. Being thus, this study he points, through the description-social analysis, that the quality of life in such a way possess a direct relation with the subjective elements (that they are generating singulars of well-being), how much with the objective elements (corporeal properties and services, indispensable for the reach and maintenance of the dignity human being). This article also argues that macro-processes, as the globalization, influence in the quality of life of great population contingents, either positively or negative.
Downloads
References
ALMEIDA, J. L. T. & SCHRAMM, F. R. 1999. Transição paradigmática, metamorfose da ética médica e emergência da bioética. Cadernos de Saúde Pública, v. 15, n. 1, p. 15-25.
ANTUNES, R. & ALVES. 2004. As mutações no mundo do trabalho na era da mundialização do capital. Educação & Sociedade, Campinas, v. 25, n. 87, p. 335-351.
BODSTEIN, R. C. A. 1997. A cidadania e modernidade: emergência da questão social na agenda pública. Cadernos de Saúde Pública, v. 13, n. 2, p. 185-204.
BUENO, F. S. 1992. Dicionário Escolar da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: FAE.
CAMPANA, A. 1997. Em busca da definição de pautas atuais para o delineamento de estudos sobre condições de vida e saúde. In: BARATA, R. B. (org). Condições de Vida e Situação de Saúde. Rio de Janeiro: ABRASCO, p. 115-165.
VIII CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE. 1992. Relatório Final. In: MINAYO, M. C. S. (org). A Saúde em Estado de Choque. Rio de Janeiro: Espaço e Tempo/ FASE.
CROCKER, D. 1993. Qualidade de vida e desenvolvimento: o enfoque normativo de Sen e Nussbaum. Revista Lua Nova, n. 31, p. 99-133.
ELSTER, J. 1992. Auto-realização no trabalho e na política: a concepção marxista da boa vida. Revista Lua Nova, n. 25, p. 61-101.
FREYRE, G. 2003. Casa Grande & Senzala. São Paulo: Global.
FRIEDMAN, T. L. 2005. O Mundo é Plano: uma breve história do século XXI. Rio de Janeiro: Objetiva.
KUNTZ, R. 2005. A redescoberta da igualdade como condição de justiça. In: FARIA, J. E. (org). Direitos Humanos, Direitos Sociais e Justiça. São Paulo: Malheiros Editores, p. 144-155.
LADOU, J. 1994. The export of environmental responsibility. Archives of Environmental Health, v.. 49, n. 1, p. 6-8.
PEREIRA, P. A. P. 2002. Necessidades Humanas: subsídios à crítica dos mínimos sociais. São Paulo: Cortez.
SANTOS, B. S. 2003. Pela Mão de Alice — o Social e o Político na Pós-Modernidade. São Paulo: Cortez.
SCHAFF, A. 1967. O Marxismo e o Indivíduo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
SHIVA, V. 2004. O mundo no limite. In: Hutton, W. & GIDDENS, A. (orgs.) No Limite da Racionalidade: convivendo com o capitalismo global. Rio de Janeiro: Record, p. 163-186.
VAITSMAN, J. 1995. Subjetividade e paradigma do conhecimento. Boletim Técnico do SENAC, v. 21, n. 2, p. 3-9.
YAZBEK, M. C. 1998. Globalização, precarização das relações de trabalho e seguridade social. Serviço Social e Sociedade, ano XIX, n. 56, p. 50-59.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2006 Marilda Maria da Silva Moreira

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
A revista se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua e a credibilidade do veículo. Respeitará, no entanto, o estilo de escrever dos autores. Alterações, correções ou sugestões de ordem conceitual serão encaminhadas aos autores, quando necessário. Nesses casos, os artigos, depois de adequados, deverão ser submetidos a nova apreciação. As provas finais não serão encaminhadas aos autores. Os trabalhos publicados passam a ser propriedade da revista Serviço Social em Revista, ficando sua reimpressão total ou parcial sujeita a autorização expressa da revista. Em todas as citações posteriores, deverá ser consignada a fonte original de publicação, no caso a Serviço Social em Revista. As opiniões emitidas pelos autores dos artigos são de sua exclusiva responsabilidade.




