Os refluxos do conservadorismo na epistemologia interseccional: por uma crítica ontológica em defesa da teorização marxista no serviço social

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-4842.2026.v29.53615

Palavras-chave:

Interseccionalidade, Crítica ontológica, Teoria social marxista, Serviço social, Epistemologia

Resumo

No presente artigo, desenvolveu-se uma crítica ontológica da epistemologia interseccional iniciado em cânones contemporâneos que teorizam a partir dela: Akotirene (2019) e Collins e Bilge (2020). A contar da caracterização da interseccionalidade dessas autoras, desdobrou-se uma explanação organizada em três procedimentos metodológicos, quais sejam: a crítica da epistemologia, a apresentação de uma interpretação alternativa e os nexos da realidade que apontam para a necessidade da crítica. Em defesa da tradição marxista, apontou-se para as contradições da epistemologia interseccional que deveriam obstar sua assimilação ingênua no serviço social, uma vez considerados os esforços da profissão em desvencilhar-se das tradições teóricas conservadoras que, conscientemente ou não, a interseccionalidade reabilita, dando-lhe novos contornos.

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Biografia do Autor

Germano Rama Molardi, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutorado em Serviço Social pela Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

Letícia de Mello Padoin, Universidade Federal de Santa Catarina

Mestrado em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.

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Publicado

03-06-2026

Como Citar

MOLARDI, Germano Rama; PADOIN, Letícia de Mello. Os refluxos do conservadorismo na epistemologia interseccional: por uma crítica ontológica em defesa da teorização marxista no serviço social . Serviço Social em Revista, [S. l.], v. 29, n. 2, p. e53615, 2026. DOI: 10.5433/1679-4842.2026.v29.53615. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/ssrevista/article/view/53615. Acesso em: 11 jun. 2026.