Determinação de ácido ascórbico e tocoferóis em frutas por CLAE
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2010v31n2p381Palavras-chave:
Antioxidantes. Quantificação. CromatografiaResumo
As frutas e as hortaliças são recomendadas na alimentação humana pela riqueza em compostos nutritivos e também pela presença de compostos que apresentam efeito antioxidante. Os compostos bioativos adquiridos através da dieta, como a vitamina C e a vitamina E, além do aspecto nutritivo, são importantes para reduzir a velocidade de iniciação ou prevenir a propagação de radicais livres. O objetivo deste estudo foi avaliar os teores de ácido ascórbico e de tocoferóis, de seleções de pitanga (Eugenia uniflora L.), butiá (Butiá capitata), amora-preta (Rubus spp), mirtilo (Vaccium ashei Reade), nêspera (Eribrotia japônica), jambolão (Eugenia jambolana), araçá roxo (Psidium rufum), physalis (Physalis peruviana), pêra (Pyrus communis) e pêssegos (Prunus persica). As frutas utilizadas foram das safras 2006/2007/2008, obtidas na região de Pelotas/RS. A análise dos tocoferóis foi realizada segundo Rodrigues-Amaya (1999), e do ácido ascórbico segundo Vinci, Botre e Ruggieri (1995). A identificação e quantificação dos tocoferóis e do ácido ascórbico foi realizada em um sistema de cromatografia liquída de alta eficiência (CLAE), utilizando detector de fluorescência para os tocoferóis (excitação em 290 nm e emissão em 330 nm) e detector de UV-Visível para o ácido ascórbico (254 nm). A amora-preta cv. Tupy apresentou maior teor de tocoferóis (8,251 µg.g-1 de fruta) quando comparado ao conteúdo das demais frutas. Na pêra e nos pêssegos cv. Sensação e cv. Granada não identificou-se a presença de tocoferóis. As concentrações de ácido ascórbico variaram de 9,291 mg.g-1 para o physalis à 0,013 mg.g-1 para o jambolão. Conclui-se que as frutas são boas fontes destes compostos bioativos.
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