Emergência e crescimento inicial de plântulas de biribá (Rollinia mucosa (Jacq.) Baill) (Annonaceae) em diferentes substratos
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2010v31n2p373Palavras-chave:
Biribazeiro, Fruteira nativa, Germinação, PropagaçãoResumo
O objetivo desse trabalho foi testar a influência de diferentes substratos na emergência e no crescimento inicial de plântulas de biribá. As sementes foram escarificadas na região oposta à de emissão da radícula e, em seguida, semeadas em diferentes substratos: areia lavada (T1); vermiculita (T2); bioplant® (T3); plantmax® (T4); areia lavada + vermiculita 1:1 (T5); areia lavada + bioplant® 1:1 (T6); areia lavada + plantmax® 1:1 (T7); areia lavada + vermiculita 3:1 (T8); areia lavada + bioplant® 3:1 (T9); e areia lavada + plantmax® 3:1 (T10). Foram avaliados porcentagem de emergência das plântulas, índice de velocidade de emergência e crescimento das plântulas (comprimento e massa seca de raiz e parte aérea). O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com 10 tratamentos, em quatro repetições de 25 sementes. Os dados foram submetidos à análise de variância e a comparação entre as médias foi feita pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. De modo geral, constatou-se que os substratos comerciais apresentaram as menores porcentagens e velocidades de emergência, sozinhos ou em combinação com outros substratos, sendo que os maiores valores foram observados com o emprego de areia + vermiculita. Em termos gerais, os quatro substratos avaliados, isolados ou em combinação, não divergiram de forma relevante quanto ao crescimento das plântulas, nos 75 dias subsequentes à semeadura.
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Copyright (c) 2010 Maria das Graças Rodrigues Ferreira, Maurício Reginaldo Alves dos Santos, Edna de Oliveira Silva, Edilma Pereira Gonçalves, Edna Ursulino Alves, Riselane de Lucena Alcântara Bruno

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