Detecção de búfalos (Bubalus bubalis) sororeativos para o vírus da estomatite vesicular no Estado da Paraíba, Nordeste do Brasil
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Palavras-chave

VSV
VSIV-3
Estomatite vesicular
Búfalos
Nordeste do Brasil
Prevalência
Sorologia.

Como Citar

Bezerra, C. de S., Sauthier, J. T., Cargnelutti, J. F., Ramalho, G. C., Nogueira, D. B., Flores, E. F., … Azevedo, S. S. (2019). Detecção de búfalos (Bubalus bubalis) sororeativos para o vírus da estomatite vesicular no Estado da Paraíba, Nordeste do Brasil. Semina: Ciências Agrárias, 40(6Supl3), 3769–3774. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2019v40n6Supl3p3769

Resumo

Este estudo teve como objetivo determinar a prevalência do vírus da estomatite vesicular (VSV) em bubalinos no estado da Paraíba, Nordeste do Brasil. O estudo foi realizado em 14 rebanhos de criação de búfalos nos municípios de Alagoa Nova, Areia, Campina Grande, Guarabira, Juripiranga, Santa Helena, Sapê, Rio Tinto, Santana dos Garrotes, Itatuba, Solânea e Cacimbas. A população estudada foi formada por fêmeas bubalinas com aptidão para carne e leite, raça mestiça e da raça Murrah, com idade ? 24 meses. Para o diagnóstico sorológico do VSIV-3, foi utilizado o teste de neutralização viral (VN), utilizando o isolado VSIV-3 2013 São Bento / Paraíba. Dos 119 animais testados, três (2.7%) foram positivos para o VSIV-3, com títulos variando de 160 a 1280. Este é o primeiro trabalho de caracterização da circulação do VSV na população bubalina na Região Nordeste do Brasil, onde a infecção é considerada endêmica, no entanto, alguns aspectos da manutenção do vírus não estão totalmente esclarecidos, como o papel dos reservatórios em áreas endêmicas. A identificação de animais soropositivos nesse estudo demonstra a circulação do VSIV-3 na espécie bubalina, no entanto relatos de isolamento do agente nessa espécie ainda não foram descritos. São necessários estudos a fim de investigar qual o papel da espécie bubalina na epidemiologia da VS.
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2019v40n6Supl3p3769
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