Vigor e germinação de sementes de facheiro (Pilosocereus catingicola (Gürke) Byles & Rowley subsp. Salvadorensis (Werderm.) Zappi (Cactaceae) em diferentes temperaturas
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Palavras-chave

Agreste paraibano
Facheiro
Potencial fisiológico.

Como Citar

Medeiros, R. L. S. de, Souza, V. C. de, Azerêdo, G. A. de, Barbosa Neto, M. A., Barbosa, A. da S., & Oliveira, I. S. da S. (2017). Vigor e germinação de sementes de facheiro (Pilosocereus catingicola (Gürke) Byles & Rowley subsp. Salvadorensis (Werderm.) Zappi (Cactaceae) em diferentes temperaturas. Semina: Ciências Agrárias, 38(5), 2873–2886. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2017v38n5p2873

Resumo

No Nordeste brasileiro ocorrem diversas cactáceas endêmicas de grande importância para a fauna e flora, entretanto poucos são os estudos envolvendo germinação em cactáceas no Brasil, principalmente, no Nordeste. É de fundamental importância o conhecimento da germinação das espécies nativas da Caatinga, para subsidiar ações conservacionistas desses ecossistemas. O objetivo deste trabalho foi investigar a influência de diferentes localidades e temperaturas no vigor e germinação de sementes de facheiro. O experimento foi realizado, avaliando o vigor e a germinação de sementes das três áreas selecionadas (Arara, Bananeiras e Boa Vista) em diferentes temperaturas (20ºC, 25ºC, 30ºC,35ºC, 40ºC e 20-30ºC). Os dados quantitativos foram submetidos à análise de regressão polinomial à 5% de significância, com quatro repetições de 50 sementes. Para a localidade de Arara-PB, a germinação nas temperaturas de 20 e 25 ºC foi de 96%, e na temperatura de 30 ºC, a germinação foi de 86%. As temperaturas de 25ºC e 30ºC apresentaram os melhores Índice de Velocidade de Germinação. A espécie apresentou nas três áreas de ocorrência, germinação elevada nas temperaturas constantes de 25 e alternada 20-30ºC. Os maiores índices de velocidade de germinação foram obtidos na temperatura de 30 ºC. O táxon nos habitats estudados têm capacidade de sobrevivência em ambientes que apresentem variações de temperatura de 20 a 30ºC quanto à sua propagação sexuada.
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2017v38n5p2873
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