Evolução da maturação e características fisico-químicas de uvas da cultivar Isabel sobre diferentes porta-enxertos na Região Norte do Paraná
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Palavras-chave

Viticultura
Suco
Vitis labrusca.

Como Citar

Sato, A. J., Silva, B. J. da, Bertolucci, R., Carielo, M., Guiraud, M. C., Fonseca, I. C. de B., & Roberto, S. R. (2009). Evolução da maturação e características fisico-químicas de uvas da cultivar Isabel sobre diferentes porta-enxertos na Região Norte do Paraná. Semina: Ciências Agrárias, 30(1), 11–20. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2009v30n1p11

Resumo

O trabalho teve como objetivo avaliar a evolução da maturação e as características físico-químicas e produtivas da videira 'Isabel' (Vitis labrusca) sobre os porta-enxertos IAC 766 Campinas, IAC 572 Jales e 420-A no Norte do Paraná. O experimento foi conduzido em um pomar experimental pertencente ao Centro Tecnológico da Cooperativa Corol, localizado no município de Rolândia, PR. O plantio dos porta-enxertos foi realizado em julho de 2002, e a enxertia das copas em julho de 2003. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado com 4 repetições. As plantas foram conduzidas no sistema GDC (Geneva Double Curtain) no espaçamento de 2,0 m entre plantas e 3,5 m entre linhas. A partir do início da maturação até 7 dias após a colheita foi feita coleta semanal de amostras de 60 bagas de cada tratamento para acompanhamento da evolução da maturação, e no momento da colheita avaliouse o teor de sólidos solúveis totais (SST), acidez titulável (AT), índice de maturação (SST/AT) e pH do mosto das bagas, além da massa e comprimento dos cachos, a massa e diâmetro das bagas e o número de cachos por planta e por ha. Foram também estimadas a produção (kg/planta) e produtividade (t/ha) das combinações copa/porta-enxerto. Os porta-enxertos exerceram influência semelhante sobre a evolução da maturação e as curvas melhor se ajustaram às equações de segundo e terceiro grau, no entanto para massa e comprimento dos cachos o 'IAC 766 Campinas' e o 'IAC 572 Jales' não diferiram entre si e foram superiores em relação ao '420-A'. Para massa e diâmetro das bagas não houve influência dos porta-enxertos e para o número de cachos por planta, produção e produtividade o 'IAC 766 Campinas foi superior em relação aos demais porta-enxertos. Para as características químicas no momento da colheita houve influência do porta-enxerto somente para o teor de SST, sendo o '420-A' inferior em relação aos demais.

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2009v30n1p11
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Copyright (c) 2009 Alessandro Jefferson Sato, Bruno Jubileu da Silva, Roseneide Bertolucci, Mariana Carielo, Marília Cherobin Guiraud, Inês Cristina de Batista Fonseca, Sérgio Ruffo Roberto

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