Crescimento, acúmulo de íons e produção de tomateiro irrigado com água salina
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2010v31n4Sup1p1133Palavras-chave:
Salinidade, Nutrição mineral, Tolerância à salinidadeResumo
O tomateiro (Lycopersicon esculentum Mill.) é uma das hortaliças mais consumidas no mundo. No Estado da Paraíba, sua produtividade encontra-se abaixo da média nacional e a salinidade é um dos fatores que têm contribuído para isso. Esse trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos da salinidade no crescimento, na nutrição mineral e na produção de duas cultivares de tomateiro rasteiro. Foram estudadas as cultivares Santa Adélia e Meia Estaca, irrigadas com água apresentando condutividades elétricas de 0,4; 1,5; 3,0; 4,5 e 6,0 dS m-1, constituindo um fatorial 2x5, com 3 repetições. Analisaram-se a massa seca da parte aérea e das raízes, a taxa de crescimento relativo, os teores foliares de N, K, Ca, Mg, S e Na, e a produção de frutos. Observou-se que a salinidade reduziu a massa seca da parte aérea nas plantas da cultivar Santa Adélia. As cultivares apresentaram comportamento diferenciado quanto aos teores dos nutrientes nas folhas. A salinidade reduziu a produção de frutos. A cultivar Meia Estaca foi mais tolerante à salinidade do que a Santa Adélia.
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Copyright (c) 2011 Antonio Lucineudo Oliveira Freire, Vlaminck Paiva Saraiva, José Romilson Paes Miranda, Genildo Bandeira Bruno

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