Identificação molecular de bactérias abomasais associadas à resistência e susceptibilidade a infecções por Haemonchus contortus em ovinos
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Palavras-chave

Abomaso
Nematódeos gastrointestinais
Resistência
RNAr 16S
Susceptibilidade.

Como Citar

Tirabassi, A. H., Madeira, H. M. F., Fragoso, S. P., Umaki, A. C. S., Egevardt, R., Melo, T., … Sotomaior, C. S. (2016). Identificação molecular de bactérias abomasais associadas à resistência e susceptibilidade a infecções por Haemonchus contortus em ovinos. Semina: Ciências Agrárias, 37(6), 4097–4108. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2016v37n6p4097

Resumo

Na produção de ovinos, a disseminação de nematódeos gastrintestinais (NGI) resistentes aos anti-helmínticos, em especial Haemonchus contortus, tem levado à busca de estratégias de controle alternativo, como a seleção de animais geneticamente resistentes aos NGI e o controle biológico. Neste trabalho, buscou-se identificar molecularmente as comunidades bacterianas presentes no abomaso de animais classificados como resistentes ou susceptíveis ao H. contortus. Foram utilizados 38 ovinos para classificação em resistentes ou susceptíveis à hemoncose, por meio de infecções experimentais com L3 de H. contortus e posterior análise de variações na contagem de ovos por grama de fezes (?OPG) e hematócrito (?Ht). Destes, foram selecionados para colheita de material e posterior análise filogenética, quatro ovinos resistentes (OR) e quatro susceptíveis (OS). A identificação molecular de bactérias foi realizada por técnicas moleculares a partir da amplificação do gene RNAr 16S bacteriano, construção de bibliotecas de clones de RNAr 16S e posterior sequenciamento gênico. O trabalho mostrou diferença significativa (p=0,05) na porcentagem dos filos predominantes para as bibliotecas OR e OS, respectivamente: Firmicutes (61,4% e 37,2%), Proteobacterias (10,2% e 37,2%), Bacteroidetes (12,8% e 5,8%) e Bactérias não classificadas (12,8% e 17%). Diferenças entre os pools OR e OS com relação à proporção de comunidades bacterianas presentes podem ser observadas, sendo o primeiro passo para que se possa avaliar a relação entre a microbiota do trato gastrointestinal e a resistência a parasitos.
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2016v37n6p4097
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Copyright (c) 2016 Semina: Ciências Agrárias

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