Grão de girassol na alimentação de suínos em crescimento e terminação: digestibilidade, desempenho e efeitos na qualidade de carcaça
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2003v24n1p93Palavras-chave:
Carcaça, Desempenho, Semente de girassol, Girassol, Suínos.Resumo
O uso do grão de girassol (GG) para suínos em crescimento e terminação foi avaliado através de um ensaio de digestibilidade e um experimento de desempenho. Na avaliação zootécnica 48 suínos, com peso médio inicial de 19,78 kg foram tratados com 4 dietas (com 0%, 5%, 10% e 20% de GG) durante 4 períodos (crescimento I e II, terminação e total). Ao abate as carcaças foram eletronicamente tipificadas. A energia digestível e metabolizável do GG foi de 3234 e 3223 kcal/kg, respectivamente. Houve efeito da regressão (p < 0,05) dos níveis do GG no consumo diário de ração (CDR): CDR (crescimento I) = 2066,500 - 20,990X; CDR (crescimento II) = 3098,470 - 36,015X; CDR (terminação) = 4114,030 + 63,420X 6,447X2; CRD (total) = 2859,450 + 9,848X - 2,267X2; GDP (crescimento I) = 831,567 - 6,484X; no ganho diário de peso (GDP): GDP (terminação) = 964,135 + 3,350X - 1,059X2; GDP (total) = 885,029 + 3,794X - 0,587 X2; na conversão alimentar (CA): CA (crescimento II) = 3,356 - 0,025X; CA (total) = 3,265 - 0,014X, na profundidade do músculo na carcaça (PM): PM = 46,215 + 2,218X - 0,099 X2 e no peso da carcaça (PC): PC = 75,303 - 0,464X. Considerando o período total do experimento, a inclusão de 20% de GG favoreceu a CA, embora, para o GDP, os melhores valores foram obtidos para 0 e 5% de inclusão. A inclusão de 20% de GG piorou linearmente o peso da carcaça.
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Copyright (c) 2003 Caio Abércio da Silva, João Waine Pinheiro, Nilva Aparecida Nicolao Fonseca, Lizete Cabrera, Edgard Hideaki Hoshi, Juliana Sarubbi, Mara Cristina Ribeiro da Costa, Graziela Drociunas Pacheco, Hugo Telles, Cristina Satie Hideshima, Nilson Evilásio de Souza

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