Produtividade e qualidade de sementes de soja em função de doses e épocas de aplicação de potássio no cerrado piauiense
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2014v35n1p89Palavras-chave:
Glycine max, rendimento, adubação, germinação, vigor.Resumo
O controle de qualidade de sementes de soja é de fundamental importância dentro do contexto da cadeia produtiva de grãos, devendo o produtor adotar regras claras desse controle. Portanto, objetivou-se durante o ano agrícola 2010/2011 no cerrado piauiense, avaliar a produção e a qualidade fisiológica de sementes de soja (cv. Monsoy 9350) sobinfluência de épocas e doses de potássio. Utilizou-se o delineamento em blocos ao acaso, em esquema fatorial, sendo os tratamentos constituídos pela combinação de cinco doses de potássio (30 60, 90, 120 e 150 kg ha-1 de K2O) + testemunha (zero kg ha-1) aplicadas em quatro épocas: 100% no plantio; 50% no plantio e 50% aos 30 dias após a semeadura (DAS); 100% aos 30 DAS; 50% aos 20 DAS e 50% aos 40DAS), com quatro repetições. Foram avaliados a produtividade e índice de colheita de grãos, peso de mil sementes, comprimento de plântula, massa seca de plântulas, índice de velocidade de germinação, germinação e primeira contagem. Independente da dose aplicada, não houve efeito das épocas de aplicação sobre os parâmetros avaliados. Com exceção da germinação e índice de velocidade de germinação, todos os demais parâmetros foram significativamente influenciados pelas doses de K aplicadas. O comprimento e a massa seca de plântulas aumentaram com o uso crescente das doses de K, evidenciando maior vigor das sementes. De maneira geral, doses de 80 a 95 kg ha-1 de K2O proporcionam os melhores resultados para os parâmetros avaliados.Downloads
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