Grão de girassol na alimentação de suínos em crescimento e terminação: digestibilidade, desempenho e efeitos na qualidade de carcaça

Autores

  • Caio Abércio da Silva Universidade Estadual de Londrina
  • João Waine Pinheiro Universidade Estadual de Londrina
  • Nilva Aparecida Nicolao Fonseca Universidade Estadual de Londrina
  • Lizete Cabrera Universidade Estadual de Londrina
  • Edgard Hideaki Hoshi Universidade Estadual de Londrina
  • Juliana Sarubbi Universidade Estadual de Londrina
  • Mara Cristina Ribeiro da Costa Universidade Estadual de Londrina
  • Graziela Drociunas Pacheco Universidade Estadual de Londrina
  • Hugo Telles Universidade Estadual de Londrina
  • Cristina Satie Hideshima Universidade Estadual de Londrina
  • Nilson Evilásio de Souza Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2003v24n1p93

Palavras-chave:

Carcaça, Desempenho, Semente de girassol, Girassol, Suínos.

Resumo

O uso do grão de girassol (GG) para suínos em crescimento e terminação foi avaliado através de um ensaio de digestibilidade e um experimento de desempenho. Na avaliação zootécnica 48 suínos, com peso médio inicial de 19,78 kg foram tratados com 4 dietas (com 0%, 5%, 10% e 20% de GG) durante 4 períodos (crescimento I e II, terminação e total). Ao abate as carcaças foram eletronicamente tipificadas. A energia digestível e metabolizável do GG foi de 3234 e 3223 kcal/kg, respectivamente. Houve efeito da regressão (p < 0,05) dos níveis do GG no consumo diário de ração (CDR): CDR (crescimento I) = 2066,500 - 20,990X; CDR (crescimento II) = 3098,470 - 36,015X; CDR (terminação) = 4114,030 + 63,420X 6,447X2; CRD (total) = 2859,450 + 9,848X - 2,267X2; GDP (crescimento I) = 831,567 - 6,484X; no ganho diário de peso (GDP): GDP (terminação) = 964,135 + 3,350X - 1,059X2; GDP (total) = 885,029 + 3,794X - 0,587 X2; na conversão alimentar (CA): CA (crescimento II) = 3,356 - 0,025X; CA (total) = 3,265 - 0,014X, na profundidade do músculo na carcaça (PM): PM = 46,215 + 2,218X - 0,099 X2 e no peso da carcaça (PC): PC = 75,303 - 0,464X. Considerando o período total do experimento, a inclusão de 20% de GG favoreceu a CA, embora, para o GDP, os melhores valores foram obtidos para 0 e 5% de inclusão. A inclusão de 20% de GG piorou linearmente o peso da carcaça.

 

 

 

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Biografia do Autor

Caio Abércio da Silva, Universidade Estadual de Londrina

Professores Doutores. Universidade Estadual de Londrina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Zootecnia. Caixa Postal 6001. CEP 86051-990, Londrina – PR.

João Waine Pinheiro, Universidade Estadual de Londrina

Professores Doutores. Universidade Estadual de Londrina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Zootecnia. Caixa Postal 6001. CEP 86051-990, Londrina – PR.

Nilva Aparecida Nicolao Fonseca, Universidade Estadual de Londrina

Professores Doutores. Universidade Estadual de Londrina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Zootecnia. Caixa Postal 6001. CEP 86051-990, Londrina – PR.

Lizete Cabrera, Universidade Estadual de Londrina

Professores Doutores. Universidade Estadual de Londrina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Zootecnia. Caixa Postal 6001. CEP 86051-990, Londrina – PR.

Edgard Hideaki Hoshi, Universidade Estadual de Londrina

Pós-graduando (Mestrado) de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Londrina.

Juliana Sarubbi, Universidade Estadual de Londrina

Acadêmicos do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Londrina.

Mara Cristina Ribeiro da Costa, Universidade Estadual de Londrina

Acadêmicos do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Londrina.

Graziela Drociunas Pacheco, Universidade Estadual de Londrina

Acadêmicos do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Londrina.

Hugo Telles, Universidade Estadual de Londrina

Acadêmicos do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Londrina.

 

 

Cristina Satie Hideshima, Universidade Estadual de Londrina

Acadêmicos do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Londrina.

Nilson Evilásio de Souza, Universidade Estadual de Maringá

Professor Doutor. Universidade Estadual de Maringá. Departamento de Química.

 

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Publicado

2003-05-10

Como Citar

Silva, C. A. da, Pinheiro, J. W., Fonseca, N. A. N., Cabrera, L., Hoshi, E. H., Sarubbi, J., Costa, M. C. R. da, Pacheco, G. D., Telles, H., Hideshima, C. S., & Souza, N. E. de. (2003). Grão de girassol na alimentação de suínos em crescimento e terminação: digestibilidade, desempenho e efeitos na qualidade de carcaça. Semina: Ciências Agrárias, 24(1), 93–102. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2003v24n1p93

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