Cinética de degradação ruminal de alimentos proteicos pela técnica in vitro de produção de gases

Autores

  • Ivone Yurika Mizubuti Universidade Estadual de Londrina
  • Edson Luiz de Azambuja Ribeiro Universidade Estadual de Londrina
  • Elzânia Sales Pereira Universidade Federal do Ceará
  • Eduardo Lucas Terra Peixoto Universidade Estadual de Londrina
  • Elizabeth dos Santos Moura Universidade Estadual de Londrina
  • Odimári Pricila Pires do Prado Universidade Estadual de Londrina
  • Valter Harry Bumbieris Junior Universidade Estadual de Londrina
  • Leandro das Dores Ferreira da Silva Universidade Estadual de Londrina
  • Joyce Maria Cordeiro Cruz Universidade Estadual de Londrina

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2014v35n1p555

Palavras-chave:

Resíduo úmido de cervejaria, Crisálida do bicho da seda desidratada, Coprodutos.

Resumo

Foram realizadas determinações químico-bromatológicas das frações que constituem os carboidratos e compostos nitrogenados e a determinação das respectivas taxas de digestão do farelo de soja (FS), farelo de crambe (FC), farelo de nabo forrageiro (FNF), resíduo úmido de cervejaria (RUC) e crisálida do bicho da seda desidratada (CBSD). Os parâmetros cinéticos dos carboidratos não fibrosos (CNF) e fração B2 foram estimados a partir da técnica cumulativa de produção de gás. Entre os alimentos estudados houve considerável variação na composição químico-bromatológica. O farelo de crambe foi o único alimento que não apresentou sincronismo entre as frações nitrogenadas e carboidratos. Neste alimento houve predominância das frações A+B1 dos carboidratos e B1+B2 dos compostos nitrogenados, sendo que para os demais predominou a fração B2 dos carboidratos e B1+B2 dos compostos nitrogenados. Houve diferença entre os parâmetros de cinética digestiva para todos os alimentos. A maior participação na produção de gases devido aos CNF foi encontrada no farelo de crambe e farelo de nabo forrageiro. A fermentação dos CF proporcionou maior volume de gás no resíduo úmido de cervejaria e no farelo de soja, no entanto, o farelo de soja foi o alimento com maior volume total de gases. A taxa de degradação do CNF do resíduo úmido de cervejaria e crisalida do bicho da seda desidratada estiveram muito abaixo dos limites de degradação dessa fração. Devido aos parâmetros obtidos pela produção cumulativa de gases, o farelo de soja foi o melhor alimento avaliado, no entanto todos os demais apresentam potencial para utilização na nutrição animal. A técnica cumulativa de produção de gases possibilita a estimativa das taxas de degradação e fornece informações adicionais sobre a cinética de fermentação ruminal dos alimentos.

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Biografia do Autor

Ivone Yurika Mizubuti, Universidade Estadual de Londrina

Profª Drª do Deptº de Zootecnia, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Estadual de Londrina, UEL, Londrina, PR. Bolsista de Produtividade do CNPq.

Edson Luiz de Azambuja Ribeiro, Universidade Estadual de Londrina

Prof. Dr. do Deptº de Zootecnia, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Estadual de Londrina, UEL, Londrina, PR. Bolsista de Produtividade do CNPq.

Elzânia Sales Pereira, Universidade Federal do Ceará

Profª Drª do Deptº de Zootecnia, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal de Fortaleza, CCA/UFC, Fortaleza, CE. Bolsista de Produtividade do CNPq.

Eduardo Lucas Terra Peixoto, Universidade Estadual de Londrina

Discente de Doutorado do Programa de Pós-graduação em Ciência Animal, UEL, Londrina, PR.

Elizabeth dos Santos Moura, Universidade Estadual de Londrina

Discente de Doutorado do Programa de Pós-graduação em Ciência Animal, UEL, Londrina, PR.

Odimári Pricila Pires do Prado, Universidade Estadual de Londrina

Profª Drª do Deptº de Zootecnia, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Estadual de Londrina, UEL, Londrina, PR.

Valter Harry Bumbieris Junior, Universidade Estadual de Londrina

Prof. Dr. do Deptº de Zootecnia, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Estadual de Londrina, UEL, Londrina, PR. .

Leandro das Dores Ferreira da Silva, Universidade Estadual de Londrina

Prof. Dr. do Deptº de Zootecnia, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Estadual de Londrina, UEL, Londrina, PR.

Joyce Maria Cordeiro Cruz, Universidade Estadual de Londrina

Profª M.e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, UTFPR, Campus Cornélio Procópio. Discente de Doutorado do Programa de Pós-graduação em Ciência Animal, UEL, Londrina, PR.

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Publicado

2014-02-27

Como Citar

Mizubuti, I. Y., Ribeiro, E. L. de A., Pereira, E. S., Peixoto, E. L. T., Moura, E. dos S., Prado, O. P. P. do, Bumbieris Junior, V. H., Silva, L. das D. F. da, & Cruz, J. M. C. (2014). Cinética de degradação ruminal de alimentos proteicos pela técnica in vitro de produção de gases. Semina: Ciências Agrárias, 35(1), 555–566. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2014v35n1p555

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