Consumo, avaliação do modelo Small Ruminant Nutrition System e predição da composição corporal de cordeiros Santa Inês alimentados com rações contendo diferentes níveis de energia

Autores

  • Iana Sérvulo Gomes Maia Universidade Federal do Ceará
  • Elzânia Sales Pereira Universidade Federal do Ceará
  • Andréa Pereira Pinto Universidade Federal do Ceará
  • Ivone Yurika Mizubuti Universidade Estadual de Londrina
  • Edson Luis de Azambuja Ribeiro Universidade Estadual de Londrina
  • Maria Socorro de Souza Carneiro Universidade Federal do Ceará
  • Ana Cláudia Nascimento Campos Universidade Federal do Ceará
  • Carla Renata Figueiredo Gadelha Universidade Federal do Ceará
  • José Nery Rocha Júnior Universidade Federal do Ceará

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2014v35n4Suplp2579

Palavras-chave:

Cordeiros, Fibra, Ingestão, Ruminação, Seção HH, SRNS.

Resumo

Objetivou-se avaliar o consumo de nutrientes e testar a adequabilidade do modelo nutricional SRNS para o consumo de matéria seca (CMS) e ganho médio diário (GMD) e as equações de Hankins e Howe para estimação da composição química da carcaça e do corpo vazio de 35 cordeiros Santa Inês, não castrados, com peso vivo médio inicial de 14,77 ± 1,26 Kg e dois meses de idade. Após 10 dias de adaptação, cinco animais foram abatidos servindo como grupo referência para as estimativas do peso do corpo vazio (PCVZ) e da composição corporal inicial. Os animais remanescentes foram distribuídos em delineamento em blocos ao acaso com cinco tratamentos com diferentes níveis de energia metabolizável (1,13; 1,40; 1,73; 2,22 e 2,60 Mcal/kg de MS). Observou-se efeito quadrático para o CMS, expresso em g/d, % PV e g/Kg0,75, com máximo consumo de MS de 867,25 g/d. Os consumos de carboidratos não fibrosos e nutrientes digestíveis totais, expressos em g/d, aumentaram linearmente com os níveis de EM e os consumos de fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido e carboidratos fibrosos, expressos em g/d, apresentaram efeito linear decrescente. O CMS e o GMD observado e o predito pelo modelo SRNS apresentou um coeficiente de correlação de Pearson de 0,68 e 0,98, respectivamente. Comparando a composição química da carcaça e da seção HH, observou-se que a seção HH estimou de forma satisfatória a composição de proteína e de extrato etéreo da carcaça de animais Santa Inês, com coeficiente de correlação de Pearson de 0,77 e 0,92, respectivamente, enquanto o teor de água foi subestimado com coeficiente de correlação de Pearson de 0,42. O corte das costelas também estimou satisfatoriamente os teores de extrato etéreo e proteína do corpo vazio (r= 0,96 e 0,86, respectivamente).

Biografia do Autor

Iana Sérvulo Gomes Maia, Universidade Federal do Ceará

Discente de Mestrado, Programa de Mestrado em Zootecnia, Universidade Federal do Ceará, UFC, Fortaleza.

Elzânia Sales Pereira, Universidade Federal do Ceará

Profª. Drª do Deptº de Zootecnia, UFC, Fortaleza, CE. Bolsista de Produtividade do CNPq.

Andréa Pereira Pinto, Universidade Federal do Ceará

Profª Drª do Deptº de Zootecnia. UFC, Fortaleza, CE.

Ivone Yurika Mizubuti, Universidade Estadual de Londrina

Profª Drª do Deptº de Zootecnia, Universidade Estadual de Londrina, UEL, Londrina, PR.

Edson Luis de Azambuja Ribeiro, Universidade Estadual de Londrina

Prof. Dr. do Deptº de Zootecnia, Universidade Estadual de Londrina, UEL, Londrina, PR.

Maria Socorro de Souza Carneiro, Universidade Federal do Ceará

Departamento de Zootecnia. Área: Forragicultura

Ana Cláudia Nascimento Campos, Universidade Federal do Ceará

Profª Drª do Deptº de Zootecnia. UFC, Fortaleza, CE.

Carla Renata Figueiredo Gadelha, Universidade Federal do Ceará

Profª Drª do Deptº de Zootecnia. UFC, Fortaleza, CE.

José Nery Rocha Júnior, Universidade Federal do Ceará

Zootecnista, Discente de Mestrado, UFC, Fortaleza, CE.

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Publicado

2014-09-04

Como Citar

Maia, I. S. G., Pereira, E. S., Pinto, A. P., Mizubuti, I. Y., Ribeiro, E. L. de A., Carneiro, M. S. de S., … Rocha Júnior, J. N. (2014). Consumo, avaliação do modelo Small Ruminant Nutrition System e predição da composição corporal de cordeiros Santa Inês alimentados com rações contendo diferentes níveis de energia. Semina: Ciências Agrárias, 35(4Supl), 2579–2596. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2014v35n4Suplp2579

Edição

Seção

Artigos

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