IA Generativa y la degeneración de la profesión de ilustrador
DOI:
https://doi.org/10.5433/2236-2207.2025.v16.n3.51867Palabras clave:
Ilustración, Inteligencia artificial, GenAIResumen
Este artículo examina el impacto de la inteligencia artificial generativa (GenAI) en la profesión de ilustrador, revelando una contradicción entre la promesa de democratizar el arte y la realidad de la explotación del trabajo artístico y la desvalorización de la creatividad humana. La GenAI, al apropiarse indebidamente de obras de artistas para entrenar sus algoritmos sin permiso ni compensación, perpetúa la concentración de poder en las grandes corporaciones tecnológicas y precariza la actividad artística, amenazando la subsistencia de los ilustradores. El artículo sostiene que la GenAI, al reducir la creación artística a la mera digitación de comandos, ignora la complejidad del proceso creativo humano, que involucra años de práctica, el desarrollo de un estilo propio y la incorporación de experiencias de vida. La singularidad de la obra de arte, su "aura" en el sentido benjaminiano, se ve corroída por la producción en masa de imágenes generadas artificialmente. Ante este escenario, el artículo propone un retorno a la materialidad del arte, a través de los medios físicos y las artes plásticas, como forma de resistencia a la deshumanización del arte digital. La concientización del público sobre la importancia de valorar el arte humano es crucial para garantizar la sostenibilidad de la ilustración y la preservación de la creatividad como expresión del alma humana. La elección entre arte humano y arte artificial, por lo tanto, trasciende el ámbito tecnológico, configurándose como una decisión ética y política con profundas implicaciones para el futuro de la cultura.
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