Estudios de validez de constructo del Defense Style Questionnaire (DSQ)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5433/2236-6407.2024.v15.53497

Palabras clave:

evaluación psicológica, mecanismos de defensa, calidad de vida, regulación emocional

Resumen

El Cuestionario de Estilo Defensivo (DSQ) es un instrumento de autoinforme diseñado para evaluar los mecanismos de defensa, organizado en tres categorías: Inmaduro, Neurótico y Maduro. Este estudio buscó evidencia de validez basada en la estructura interna y la relación con variables externas en una muestra brasileña (N = 1677) que respondió al DSQ y otras medidas de salud mental. El análisis factorial confirmatorio corroboró el modelo de tres factores. Los mecanismos maduros se asociaron positivamente con la regulación emocional, el afecto positivo y la calidad de vida. Los mecanismos inmaduros mostraron asociaciones moderadas a fuertes con el distrés psicológico, el afecto negativo, la soledad y la alexitimia. La categoría neurótica mostró asociaciones más débiles e inconsistentes. Los resultados corroboran la evidencia de validez para el DSQ e indican que los estilos defensivos están significativamente relacionados con otros indicadores del funcionamiento psicológico. Se discuten las implicaciones para la evaluación y la práctica clínica que surgen de la naturaleza auto informada del instrumento.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Amanda Barbosa Ferrador, Universidade Federal de São Carlos

Psicóloga, formada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Mestranda pelo Programa de Pós-graduação em Psicologia (PPGPsi) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicanálise (NEPP/UFSCar). Especialista em Teorias e Técnicas Psicanalíticas pelo Instituto de Estudos Psicanalíticos de Ribeirão Preto (IEP-RP). Psicóloga clínica, com enfoque na psicoterapia de abordagem psicanalítica, de crianças, adolescentes e adultos.

Fabiano Koich Miguel, Universidade Federal de São Carlos

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2002) e especialização em Psicologia do Trânsito pela Universidade Cruzeiro do Sul (2003). Concluiu mestrado (2006) e doutorado (2010) em Avaliação Psicológica pela Universidade São Francisco, com doutorado-sanduíche na Universidade de Évora (Portugal) e na University of Toledo (EUA). Tem experiência em clínica e na área acadêmica, atuando principalmente com os seguintes temas: construção de instrumentos, inteligência emocional e personalidade, testagem adaptativa informatizada. Foi professor associado da Universidade Estadual de Londrina (UEL) no período 2010-2020, e atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). É parecerista ad hoc da Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica do Conselho Federal de Psicologia, sendo também membro da Comissão em 2013. Foi pesquisador convidado na Università degli Studi di Torino (Itália) em 2015-2016 e na University of Toledo (EUA) em 2018, onde fez pós-doutorado. Participa do Grupo de Trabalho da ANPEPP (GT) Avaliação Psicológica e Psicopatologia.

Citas

Andrade, M., & Shirakawa, I. (2006). Versão brasileira do Defense Style Questionnaire (DSQ) de Michael Bond: Problemas e soluções. Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, 28(2), 144–160. https://doi.org/10.1590/S0101-81082006000200007

Andrews, G., Singh, M., & Bond, M. (1993). The Defense Style Questionnaire. The Journal of Nervous and Mental Disease, 181(4), 246–256. https://doi.org/10.1097/00005053-199304000-00006

Barroso, S. M., Andrade, V. S., Midgett, A. H., & Carvalho, R. G. N. (2016). Evidências de validade da Escala Brasileira de Solidão UCLA. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 65(1), 68–75. https://doi.org/10.1590/0047-2085000000105

Blaya, C., Dornelles, M., Blaya, R., Kipper, L., Heldt, E., Isolan, L., Gus Manfro, G., & Bond, M. (2007). Brazilian-Portuguese version of Defensive Style Questionnaire-40 for the assessment of defense mechanisms: Construct validity study. Psychotherapy Research, 17(3), 261–270. https://doi.org/10.1080/10503300500485581

Bornstein, R. F. (2001). The impending death of psychoanalysis. Psychoanalytic Psychology, 18(1), 3–20. https://doi.org/10.1037/0736-9735.18.1.2

Carvalho, L. F., Primi, R., & Pessotto, F. (2014). Aplicação da TRI na versão brasileira do Defensive Style Questionnaire (DSQ). Psicologia Argumento, 32(79), 85–96. https://doi.org/10.7213/psicol.argum.32.S01.AO08

Colombarolli, M. S., Zuanazzi, A. C., Miguel, F. K., & Giromini, L. (2019). Psychometric properties of the Toronto Alexithymia Scale (TAS-20) in Brazil. Transcultural Psychiatry, 56(5), 992–1010. https://doi.org/10.1177/1363461519847312

Cramer, P. (2000). Defense mechanisms in psychology today: Further processes for adaptation. American Psychologist, 55(6), 637–646. https://doi.org/10.1037/0003-066X.55.6.637

Di Giuseppe, M., & Perry, J. C. (2021). The hierarchy of defense mechanisms: Assessing defensive functioning with the Defense Mechanisms Rating Scales Q-Sort. Frontiers in Psychology, 12, 718440. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2021.718440

Di Giuseppe, M., Perry, J. C., Conversano, C., Gelo, O. C. G., & Gennaro, A. (2020). Defense mechanisms, gender, and adaptiveness in emerging personality disorders in adolescent outpatients. Journal of Nervous & Mental Disease, 208(12), 933–941. https://doi.org/10.1097/NMD.0000000000001230

Fleck, M. P. A., Louzada, S., Xavier, M., Chachamovich, E., Vieira, G., Santos, L., & Pinzon, V. (2000). Aplicação da versão em português do instrumento abreviado de avaliação da qualidade de vida “WHOQOL-bref.” Revista de Saúde Pública, 34(2), 178–183. https://doi.org/10.1590/S0034-89102000000200012

Freud, A. (1936/2006). Os mecanismos de defesa. In O ego e os mecanismos de defesa (pp. 37–43). Artmed.

Martin, L., Hargitai, R., Hupuczi, E., Rózsa, S., Birkás, B., Varga, J., Tiringer, I., Hartung, I., & Kállai, J. (2019). Defense Style Questionnaire (DSQ-40): Factors, validity and reliability. Psychiatria Hungarica, 34(1), 19–33. PMID:31074420

McWilliams, N. (2014). Diagnóstico psicanalítico: Entendendo a estrutura da personalidade no processo clínico. Artmed.

Miguel, F. K. (2021). BOLIE: Bateria Online de Inteligência Emocional. Vetor.

Shedler, J. (2010). The efficacy of psychodynamic psychotherapy. American Psychologist, 65(2), 98–109. https://doi.org/10.1037/a0018378

Vaillant, G. E. (1994). Ego mechanisms of defense and personality psychopathology. Journal of Abnormal Psychology, 103(1), 44–50. https://doi.org/10.1037/0021-843X.103.1.44

Westen, D., Shedler, J., & Bradley, R. (2006). A prototype approach to personality disorder diagnosis. American Journal of Psychiatry, 163(5), 846–856. https://doi.org/10.1176/ajp.2006.163.5.846

Zanon, C., Bardagi, M. P., Layous, K., & Hutz, C. S. (2014). Validation of the Satisfaction with Life Scale to Brazilians: Evidences of measurement noninvariance across Brazil and US. Social Indicators Research, 119(1), 443–453. https://doi.org/10.1007/s11205-013-0478-5

Zanon, C., & Hutz, C. S. (2014). Escala de afetos positivos e negativos. In C. S. Hutz (Ed.), Avaliação em psicologia positiva (pp. 63–68). Artmed.

Publicado

2026-04-09

Cómo citar

Barbosa Ferrador, A., & Fabiano Koich Miguel. (2026). Estudios de validez de constructo del Defense Style Questionnaire (DSQ). Estudos Interdisciplinares Em Psicologia, 17, 01–16. https://doi.org/10.5433/2236-6407.2024.v15.53497

Número

Sección

Artículos Originales