Prosopografía e historia política. Algunas aproximaciones
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-3356.2010v3n5p529Palabras clave:
Prosopografía, historia política, actores políticos, elencos políticos de poderResumen
El artículo procura mostrar las posibilidades que ofrece la prosopografía para el estudio de la historia política. En primer lugar, observa la evolución de esta técnica durante buena parte del siglo XX, a partir de una selección de trabajos de matriz sajona y, principalmente, Francesa. Enfatiza en las grandes vertientes que la orientaron según hicieran hincapié en los aspectos relativos al background de los individuos o en las trayectorias desarrolladas en los campos específicos de desempeño. En segundo término, problematiza en torno al trabajo del investigador que realiza biografías colectivas: delimitación de los elencos a analizar; preguntas centrales de los estudios prosopográficos; fuentes posibles de relevar y dificultades que plantean tanto la abundancia de información como su carencia. Por último, tras evaluar los riesgos, las limitaciones y las ventajas del uso de esta aproximación analítica -que, al colocar el énfasis en el microanálisis, elude todo sustancialismo-, se reflexiona acerca de las posibilidades que ofrece para el estudio de actores políticos, tomando como ejemplo el "caso" argentino.
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Derechos de autor 2025 Marcela Ferrari

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