La Historia que debía enseñarse durante la última dictadura militar en Argentina (1976-1983)
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-3356.2009v2n3p227Palavras-chave:
Historia, Educación, Argentina, DictaduraResumo
El 24 de marzo de 1976 los integrantes de las tres Fuerzas Armadas en Argentina, organizaron el sexto asalto a un gobierno elegido constitucionalmente, al tiempo que se habían sucedido otros golpes de Estado de similares características en los países del Cono Sur Latinoamericano (Brasil, Chile y Uruguay). En comparación, la última dictadura militar argentina fue la más cruenta de la región, dejó un saldo de 30 mil "desaparecidos", entre los que se encontraban cientos de estudiantes y docentes.
Es sabido que las autoridades educativas de un gobierno determinado buscan transmitir un relato de la Historia escolar que esté acorde con sus proyectos políticos. En este artículo analizaremos qué hechos y personajes de la Historia nacional fueron introducidos por los funcionarios del Ministerio de Educación de la provincia de Buenos Aires durante esos años (1976- 1983). A través del estudio de la normativa destinada a modificar el "calendario escolar" que producían los ministros de educación y subsecretarias/os, identificaremos qué continuidades y rupturas se establecieron con el período anterior (1973-1976), qué celebraciones y actividades se incluyeron y el tipo de nociones del pasado que se buscó transmitir.
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