Burócratas de nivel de calle y categorizaciones de las personas en situación de calle
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-4842.2026.v29.53795Palabras clave:
Burócratas de nivel de calle, Categorización de los usuarios, Personas en situación de calle, Servicio de acogimiento institucionalResumen
Este artículo analiza cómo los burócratas de nivel de calle categorizan a los usuarios de un servicio de acogimiento institucional para personas en situación de calle, así como los posibles efectos materiales y simbólicos del uso de dichas categorías. Los datos fueron recolectados mediante entrevistas semiestructuradas con burócratas de nivel de calle. Se observó que las trabajadoras, influidas por condiciones laborales adversas, construyen dos categorías informales basadas en juicios sobre los comportamientos, las características socioculturales y la trayectoria de vida en la calle de los usuarios: la categoría de los usuarios “organizados” y la de los “desorganizados”. Estas categorías influyen en las derivaciones realizadas por las profesionales, de modo que los usuarios “organizados” son priorizados por ser considerados más “merecedores” y con mayores “posibilidades de éxito”.
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