Caridade e ação social das igrejas: a quem se destinam?
Palavras-chave:
Religião, Igreja, Caridade, Pobreza, EstadoResumo
Quando ouvimos a palavra caridade, logo concluímos que é uma prática religiosa que tem por intenção a assistência material e espiritual aos mais pobres da sociedade. Partindo desta concepção, foi que surgiu o interesse de analisar a dupla face da caridade, ou seja, expressão religiosa de homens e mulheres de uma determinada denominação religiosa e instrumento de fiscalização e controle de mulheres e homens que não têm acesso aos bens e serviços da comunidade. Tem-se por finalidade ainda, compreender como a prática caritativa foi, em determinadas situações, apropriada pelo Estado para se omitir na atenção à população carente de bens materiais.
Downloads
Referências
ALVES, J. M. História da Assistência Social aos Pobres em Londrina: 1940-1980. 2002. Tese (Doutorado em História) - Universidade Estadual Paulista, Assis, São Paulo, 2002.
BARROS, E. L. O Brasil de 1945 a 1964. São Paulo: Contexto, 1999.
BATALHA, C. O movimento operário na Primeira República. Rio Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000. (Coleção Descobrindo o Brasil)
BENEVIDES, M.V.M. O governo Kubitschek: desenvolvimento econômico e estabilidade política. 3ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
BINGEMER, M.C.L. A opção pelos pobres: uma opção solidária ou conflitiva? In: Doutrina Social da Igreja e Teologia da Libertação. São Paulo: Ed. Loyola, 1994. p. 297-310
BOURDIEU, P. A economia das trocas simbólicas. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
BRASIL. Lei Orgânica da Assistência Social, nº 8.742 de 7 de dezembro de 1993. Brasília: Senado Federal, 1993.
DINIZ, R. C. D. A problemática da assistência na sociedade visigoda nos séculos VI e VII: um estudo comparativo dos modelos assistenciais masoniano e isidoriano. 2004. Dissertação (Mestrado em História Comparada) – Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.
LÖWY, M. A guerra dos deuses: religião e política na América Latina. Petrópolis: Vozes, 2000.
MENDONÇA, A.G. O celeste porvir: a inserção do protestantismo no Brasil. São Paulo: ASTE, 1995.
FRESTON, P. Breve história do pentecostalismo brasileiro. In: Nem anjos nem demônios: interpretações sociológicas do pentecostalismo. 2ª ed. Petrópolis: Vozes, 1996. p.67 – 159.
IAMAMOTO, M., CARVALHO, R. Relações sociais e serviço social no Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica. 7ª ed. São Paulo: Cortez-Celats, 1990.
MAGALHÃES, A.C.M. O Espírito Santo como tema central da teologia: conflitos, perspectivas, desafios. Via Teológica, Curitiba, nº 2, p. 67-102, dez. de 2000.
MENDONÇA, S.R., FONTES V.M. História do Brasil recente: 1964 – 1992. 4ª ed. São Paulo: Ed. Ática, 1996.
PACTO de Lausanne. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE EVANGELIZAÇÃO MUNDIAL, 1., 1974, Lausanne, Suíça. Disponível em : <http://www.monergismo.com/textos/credos/Pacto_de_Lausanne.pdf> Acesso em: 15 jun.2004.
PADILLA, R. Missão integral: ensaios sobre o Reino e a igreja. São Paulo: Fraternidade Teológica Latinoamericana – Setor Brasil e Temática Publicações, 1992.
PRIMEIRA carta aos Coríntios. In: BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. São Paulo: Paulus, 1990. cap. 3, p.1474
SILVA, C.N. As ações assistenciais promovidas pelas igrejas pentecostais no Município de Londrina (1970 – 1990). 181 p. Assis, 2008. Tese (Doutorado em História Social) – Faculdade de História, Universidade Estadual Paulista.
SILVA, L.R. da. Algumas considerações acerca do poder episcopal nos centros urbanos hispânicos – século V ao VII. História: Questões & Debates. Curitiba, nº 37, p. 67-84, jul./dez. 2002.
SPOSATI, A. Vida urbana e gestão da pobreza. São Paulo. Cortez Ed., 1988.
WEBER, M. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. 4ª ed. Vol. 1. Brasília: Ed. da Universidade de Brasília, 2004.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2008 Claudia Neves da Silva

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
A revista se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua e a credibilidade do veículo. Respeitará, no entanto, o estilo de escrever dos autores. Alterações, correções ou sugestões de ordem conceitual serão encaminhadas aos autores, quando necessário. Nesses casos, os artigos, depois de adequados, deverão ser submetidos a nova apreciação. As provas finais não serão encaminhadas aos autores. Os trabalhos publicados passam a ser propriedade da revista Serviço Social em Revista, ficando sua reimpressão total ou parcial sujeita a autorização expressa da revista. Em todas as citações posteriores, deverá ser consignada a fonte original de publicação, no caso a Serviço Social em Revista. As opiniões emitidas pelos autores dos artigos são de sua exclusiva responsabilidade.




