As refrações do familismo e do Empobrecimento Feminino a partir dos Programas de Transferências de Renda na Política de Assistência Social em Cascavel-PR

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-4842.2026.v29.51444

Palavras-chave:

Familismo, Política de assistência social, Programas de transferência de renda, Empobrecimento feminino

Resumo

Este artigo é fruto de pesquisa de mestrado e teve como objetivo refletir sobre as refrações do familismo que caracterizam a Política de Assistência Social, no empobrecimento da população feminina, referenciando-se nos Programas de Transferência de Renda, tendo-se a sobrecarga que tais programas impõem à mulher, seja ela chefe de família ou não. O estudo foi realizado nos CRAS de Cascavel-PR com famílias monoparentais femininas e biparentais e também com os coordenadores desses serviços. A pesquisa foi de natureza qualitativa e utilizou-se da produção de dados a partir da análise de conteúdo, possibilitando-se problematizar o significado e a funcionalidade da política familista que apresenta um discurso contraditório, pois, ao mesmo tempo que contribui para autonomia econômica da mulher, também a responsabiliza ainda mais frente aos cuidados e à proteção de seus membros, reforçando o empobrecimento feminino.

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Biografia do Autor

Pedro Ernane Gomes, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Mestrado em Serviço Social pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, Cascavel, Paraná, Brasil.

Maria Isabel Formoso Cardoso Silva, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Doutorado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC-SP. Professora Associada da Universidade Estadual do Oeste do ParanáUNIOESTE/Campus de Toledo-PR.

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Publicado

31-03-2026

Como Citar

GOMES, Pedro Ernane; SILVA, Maria Isabel Formoso Cardoso. As refrações do familismo e do Empobrecimento Feminino a partir dos Programas de Transferências de Renda na Política de Assistência Social em Cascavel-PR. Serviço Social em Revista, [S. l.], v. 29, n. 1, p. e51444, 2026. DOI: 10.5433/1679-4842.2026.v29.51444. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/ssrevista/article/view/51444. Acesso em: 6 abr. 2026.